O verdadeira Aecio Neves e seu pupilo Antonio Anastasia do PSDB escondido e blindado por trás da mídia Golpista,e da imprensa censurada mineira e pela mídia convencional que ajuda a esconder a corrupção do PSDB
publicado por aecioneves | Quarta-feira, 17 Setembro , 2014, 16:45

Luciana Genro enfrenta Aécio e denuncia corrupção dos governos do PSDB no debate dos presidenciáveis organizado pela CNBB, Aécio tenta desqualificar a candidata e se dá mal


publicado por aecioneves | Domingo, 01 Dezembro , 2013, 17:20
 Tema sempre delicado para o PSDB nas disputas eleitorais, as privatizações estarão presentes no discurso de campanha do senador Aécio Neves, presidenciável do partido; em evento com tucanos na cidade de Franca, em São Paulo, o presidente nacional do partido disse ainda que fará a defesa do legado dos dois governos de FHC; "acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB", afirmouO senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidenciável do PSDB, começa a dar pistas de como pretende defender sua candidatura em 2014 e o seu partido, que governou o país entre 1995 e 2002. Em encontro do PSDB em Franca (SP), ele afirmou que a defesa das privatizações e do "legado" do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) será um dos temas da campanha do partido no próximo ano.Durante o evento, Aécio contrapôs os dois mandatos de FHC aos governos do PT, do ex-presidente Lula e do atual da presidente Dilma Rousseff. "Eu acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB. Se não tivesse havido o governo do presidente Fernando Henrique, com estabilidade, responsabilidade fiscal, privatizações, não teria havido o governo do presidente Lula", disse."[Somos] o partido da estabilidade da moeda, da modernização da economia, das privatizações, sim, que foram fundamentais para o Brasil crescer em setores que não deveriam ser de responsabilidade do Estado", completou Aécio. Na visita a Franca, Aécio estava acompanhado pelo deputado federal Duarte Nogueira, presidente estadual do partido, e pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)

 

Tema sempre delicado para o PSDB nas disputas eleitorais, as privatizações estarão presentes no discurso de campanha do senador Aécio Neves, presidenciável do partido; em evento com tucanos na cidade de Franca, em São Paulo, o presidente nacional do partido disse ainda que fará a defesa do legado dos dois governos de FHC; "acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB", afirmou
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidenciável do PSDB, começa a dar pistas de como pretende defender sua candidatura em 2014 e o seu partido, que governou o país entre 1995 e 2002. Em encontro do PSDB em Franca (SP), ele afirmou que a defesa das privatizações e do "legado" do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) será um dos temas da campanha do partido no próximo ano.
Durante o evento, Aécio contrapôs os dois mandatos de FHC aos governos do PT, do ex-presidente Lula e do atual da presidente Dilma Rousseff. "Eu acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB. Se não tivesse havido o governo do presidente Fernando Henrique, com estabilidade, responsabilidade fiscal, privatizações, não teria havido o governo do presidente Lula", disse.
"[Somos] o partido da estabilidade da moeda, da modernização da economia, das privatizações, sim, que foram fundamentais para o Brasil crescer em setores que não deveriam ser de responsabilidade do Estado", completou Aécio. Na visita a Franca, Aécio estava acompanhado pelo deputado federal Duarte Nogueira, presidente estadual do partido, e pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
No 247

publicado por aecioneves | Quarta-feira, 06 Julho , 2011, 17:01
explosão de bueiros no rio de janeiro,rj aecio neves


Alô, bloco "Minas sem censura":

A explosão de bueiros no Rio de Janeiro, nas instalações da concessionária de eletricidade Light, tem um responsável político direto: Aécio Neves (PSDB/MG).

Vamos entender o caso:

1996, Maio - Serra privatizou a Light quando conduziu o programa neoliberal de privatização no governo FHC, como ministro do planejamento, alegando que mão invisível do mercado é que tinha dinheiro para investir.

1996 a 2009 - A Light privatizada, sofreu todo tipo de especulação, trocou de mãos diversas vezes depois de privatizada, e deixou de investir na manutenção da rede e na troca de equipamentos antigos, com "prazo de validade" vencido, que estão explodindo em série.

2009, Dezembro - Aécio Neves (PSDB/MG), quando era governador de Minas, recomprou o controle da Light (que pertencia à Andrade Gutierrez), através da CEMIG. Agora ele é o responsável político direto pela lerdeza da empresa em fazer manutenção de equipamentos que colocam a população em risco.

Conclusão: A Andrade Gutierrez e os acionistas anteriores deixaram parte da rede da Light "apodrecer", tirando dividendos da empresa, sem reinvestir o necessário em manutenção. Venderam a empresa "bichada" pelo preço de nova ao então governador mineiro, passando a sucata para a conta do estado (através da CEMIG) pagar o conserto caro que terá que fazer, e que não foi feito em mais de uma década privatizada.

Esse é o choque de gestão demo-tucano. Privatizam os lucros para os magnatas amigos dos bicudos e socializam os prejuízos para o povão pagar a conta.
Fonte:OS Amigos do presidente Lula


publicado por aecioneves | Quinta-feira, 07 Abril , 2011, 14:51

Cumpridos 100 dias do governo da presidenta Dilma Rousseff, o senador tucano Aécio Neves ocupou a tribuna do Senado para tentar assumir, de vez, o posto de ‘farol da oposição’. Sem permitir apartes de outros senadores, o mineiro ignorou por diversas vezes a campainha que sinalizava o fim de seu tempo – assim como a ignorou a mesa da casa, presidida por José Sarney.
O discurso – “elegante”, segundo o colega José Agripino (DEM) – começou em tom conciliatório – “Não confundo agressividade com firmeza” -, mas logo mostrou aspereza contra o PT e o governo – “Os que acham que encontrarão tolerância em relação aos erros do governo também vão se decepcionar”.
Sem mencionar muitas vezes o nome da presidenta, Aécio enalteceu o governo de Fernando Henrique Cardoso e deu mais uma estocada no governo petista dos últimos oito anos: “Ao contrário do que alguns querem fazer parecer, o país não nasceu ontem”. O senador citou a redemocratização, o governo Sarney e a criação do plano real e atos do governo FHC, pontuando cada frase: “Nós estávamos lá. Os nossos adversários, não”.

No encerramento, o discurso de Aécio foi muito aplaudido. O presidente da mesa, José Sarney, aceitou estender o tempo para que houvesse apartes vindos do plenário. Entre elogios e críticas, a voz de Mario Couto destacou-se com a questão dos “pelos dos braços”. É esperar para ver qual efeito terá a fala do ex-governador mineiro.
Fonte:Revista Carta  Capital


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