O verdadeira Aecio Neves e seu pupilo Antonio Anastasia do PSDB escondido e blindado por trás da mídia Golpista,e da imprensa censurada mineira e pela mídia convencional que ajuda a esconder a corrupção do PSDB
publicado por aecioneves | Terça-feira, 24 Maio , 2016, 01:05


Audio de Ministro ROMERO JUCÁ ! "Caiu a ficha... por psdbcensuradopeloyoutube

"Caiu a ficha do PSDB", diz Romero Jucá sobre a Operação Lava Jato
Em conversa gravada, ex-presidente da Transpetro diz: "Quem não conhece o esquema do Aécio?"

 Caiu a ficha do PSDB", diz Romero Jucá sobre a Operação Lava Jato, ex presidente Transpetro""Quem não conhece o esquema do Aécio?"

Na conversa gravada que ocorreu em março deste ano entre o atual ministro Romero Jucá (PMDB-PR) e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o então senador peemedebista afirma que "caiu a ficha" de líderes do PSDB sobre o potencial de danos que a Operação Lava Jato pode causar em vários partidos. As informações são da Folha de S. Paulo. "Todo mundo na bandeja para ser comido", diz Jucá.

 

 
Na conversa, Sérgio Machado - que foi do PSDB antes de se filiar ao PMDB - diz que "o primeiro a ser comido vai ser o Aécio [Neves (PSDB-MG)", e acrescenta: "O Aécio não tem condição, a gente sabe disso, porra. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB...".
 
"É, a gente viveu tudo", completa Jucá, sem avançar nos detalhes.
 
De acordo com a reportagem, na gravação, Machado tenta refrescar a memória de Jucá: "O que que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele [Aécio] ser presidente da Câmara?" Não houve resposta de Jucá. Aécio presidiu a Câmara dos Deputados entre 2001 e 2002.
 
Machado prossegue, afirmando que a "situação é grave" porque "eles", em referência à força tarefa da Lava Jato, "querem pegar todo mundo". Jucá concorda, ironizando o plano. "Acabar com a classe política para ressurgir, construir uma nova casta, pura", afirma.
 
O atual ministro do Planejamento falou ainda sobre as dificuldades que o PMDB vinha enfrentando para "a solução Michel", que seria a posse do vice-presidente no lugar de Dilma Rousseff. O único empecilho, segundo Jucá, era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). "Só Renan que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, porra", afirma Jucá no diálogo, que foi gravado.
 
"O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. 'Michel, vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas'", disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.
 
Machado fala ainda: "O Renan é totalmente 'voador'. Ele ainda não compreendeu que a saída dele é o Michel e o Eduardo. Na hora que cassar o Eduardo, que ele tem ódio, o próximo alvo, principal, é ele [Renan]. Então quanto mais vida, sobrevida, tiver o Eduardo, melhor para ele. Ele não compreendeu isso não".
 
Jucá então completa, segundo da Folha de S. Paulo: "Tem que ser um boi de piranha, pegar um cara, e a gente passar e resolver, chegar do outro lado da margem".
 
De acordo com a reportagem, o senador também afirmou a Machado que havia conversado com "generais", os "comandantes militares", e que eles haviam dado "garantias" ao PMDB a respeito da transição e estavam "monitorando" o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
 
A assessoria de Aécio Neves (PSDB-MG) afirma que ele "desconhece e estranha os termos dessa conversa". "Ele foi eleito presidente da Câmara em 2001 por maioria absoluta dos votos em uma disputa que contou com outros nove candidatos, tendo sido essa eleição amplamente acompanhada pela imprensa".

publicado por aecioneves | Quinta-feira, 21 Abril , 2016, 17:23

Aécio  tenta fazer Delcídio  negar denúncias sobre Aécio Neves envolvido na Lava Jato e atacar Dilma

 Tucanos negociam recuo de Delcídio em acusação contra Aécio Neves e querem que senador acuse Dilma

 

Com o aval do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), a oposição decidiu patrocinar a ida na próxima terça-feira, 26, do ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral (sem partido-MS) ao Conselho de Ética da Casa para confrontá-lo publicamente em relação às acusações que o parlamentar fez sobre o principal líder tucano.

A estratégia, que vem sendo negociada nos bastidores entre membros do PSDB e pessoas ligadas a Delcídio, é que o ex-líder do governo recue no colegiado das afirmações feitas por ele em delação premiada contra Aécio e, se possível, aproveitar para que ele faça acusações públicas contra a presidente Dilma Rousseff às vésperas da votação do afastamento dela pelo Senado.
A manchetinha na uol
 A ação dos tucanos foi colocada em prática nesta terça-feira, 19, durante reunião do conselho em que, pela quinta vez, Delcídio se ausentou para fazer a sua defesa pessoalmente do processo por quebra de decoro parlamentar. Inicialmente indignados com a sucessão de licenças médicas, os senadores pretendiam recusar a concessão de novo prazo para que o ex-petista se defendesse. O jogo virou quando o líder do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB), entrou na reunião para se posicionar a favor de que Delcídio fosse ouvido.

"Ele pode faltar quantas vezes for, não lhe pode ser negado o direito de defesa e de se manifestar", defendeu Cunha Lima. O senador participava da reunião de líderes com Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, para decidir detalhes sobre o processo de impeachment de Dilma, mas, mesmo sendo suplente no conselho, dirigiu-se ao colegiado para fazer a defesa por mais prazo ao acusado.

A manifestação de Cunha Lima causou um efeito manada no restante do conselho. Até mesmo os senadores mais favoráveis à cassação de Delcídio, como Lasier Martins (PDT-RS), recuaram da tentativa de recusar ouvi-lo e resolveram dar mais prazo ao senador. Após a fala de Cunha Lima, o tucano Ataídes Oliveira (TO), que já havia votado contra a concessão de novo prazo a Delcídio, mudou seu voto.

Delcídio foi preso no fim do ano passado sob acusação de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Posteriormente, ele fez um acordo de delação premiada, implicando Aécio e Dilma, e se livrou da cadeia.

Se não fosse a intervenção de Cunha Lima, o conselho iria dispensar o depoimento de Delcídio e intimar a defesa para alegações finais. Comportamento diferente também foi visto na defesa do senador. Nas reuniões anteriores, os advogados apenas apresentavam licenças médicas e a sugestão de nova data para convocação partia do conselho. Pela primeira vez, a defesa garantiu o interesse do senador em comparecer à comissão já na próxima semana.

Paralisado

Apesar de Delcídio ter direito a se defender no processo, não existe obrigação jurídica para que ele compareça ao Senado pessoalmente, podendo enviar suas considerações por escrito. Ainda assim, o colegiado seguiu concedendo novos prazos e o processo está parado na mesma fase há um mês.

A primeira vez que Delcídio foi convocado para depoimento no conselho foi em 23 de março. Na data, nem ele nem qualquer advogado chegou a comparecer à reunião. Nas três reuniões seguintes, o senador faltou.

Aécio foi citado por delatores

O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais líderes da oposição ao governo Dilma, foi citado durante as investigações da Operação Lava Jato por quatro delatores. O doleiro Alberto Youssef disse ter ouvido do ex-deputado José Janene (que morreu em 2010) que Aécio dividiria a arrecadação de propina de uma diretoria de Furnas com o PP. Em julho de 2015, o operador de valores Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, disse - em depoimento ligado à sua delação premiada - ter levado R$ 300 mil a um diretor da UTC no Rio e que o dinheiro seria destinado ao senador do PSDB. Os dois casos foram arquivados pelo ministro do STF Teori Zavascki por insuficiência de informações.

Em fevereiro deste ano, o lobista Fernando Moura, em depoimento ao juiz Sergio Moro, disse ter ouvido relato de uma suposta divisão de propina proveniente da estatal Furnas para Aécio. Em sua delação premiada, o ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral disse que o tucano - na época governador de Minas - atuou para maquiar as contas do Banco Rural durante CPI dos Correios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

publicado por aecioneves | Quarta-feira, 17 Setembro , 2014, 16:45

Luciana Genro enfrenta Aécio e denuncia corrupção dos governos do PSDB no debate dos presidenciáveis organizado pela CNBB, Aécio tenta desqualificar a candidata e se dá mal


publicado por aecioneves | Sexta-feira, 30 Agosto , 2013, 02:47

Aécio Neves defende importação de corruptos da Bolívia em vez de médicos honestos de Cuba

 

Para presidente do PSDB, trazer ao Brasil um parlamentar acusado de envolvimento em massacre de indígenas e da venda de terras públicas para particulares é uma questão humanitária
Aécio repete José Serra em 2010 e diz que Itamaraty pratica política externa ideológica
Aécio repete José Serra em 2010 e diz que Itamaraty pratica política externa "ideológica"
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (PSDB-MG), defendeu a importação de corruptos estrangeiros para o Brasil. O senador tucano emitiu nota em defesa do seu colega no parlamento boliviano, o também senador Roger Pinto Molina, que havia se refugiado na embaixada brasileira em La Paz. Alvo de mais de 20 processos na Justiça boliviana, incluindo casos graves de corrupção, Molina tem na ficha a participação em um massacre de indígenas, com a morte de 11 agricultores no estado em que governava, em 2008, venda irregular de terras do Estado para particulares, desmatamento criminoso, sumiço de verbas públicas sem prestar contas e outros delitos. Por isso, estava impedido de deixar o país.

Em um dos processos, Molina já foi condenado a um ano de prisão, em primeira instância, por causar um rombo nos cofres públicos de cerca de US$ 1,6 milhão, de acordo com a denúncia da promotoria.
Molina alegou perseguição política e refugiou-se na embaixada brasileira há mais de um ano. O governo boliviano não concedeu salvo-conduto, ordem necessária para ele sair do país, e o Brasil ainda avaliava se concederia asilo político em definitivo ou não. O diplomata brasileiro Eduardo Saboia, sem ordens superiores, quebrando a hierarquia do Itamaraty, deu fuga em carro da embaixada até o Brasil, agindo na contramão dos acordos internacionais. O fato provocou a demissão do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. A presidenta Dilma  Rousseff ficou bastante irritada com a crise e a confusão provocadas pelo diplomata indisciplinado que violou regras internacionais.
“A questão central é o que o governo brasileiro nesses cerca de 450 dias não se empenhou para que houvesse por parte do governo boliviano aquilo que dele se esperava: o salvo-conduto. Em não havendo, o diplomata tomou a decisão correta, que foi de preservar a vida do senador, trazendo-o para o Brasil. E aqui ele deve receber o asilo formal e, obviamente, ter as garantias de vida dadas pelo governo do Brasil”, disse ontem o tucano, provável adversário de Dilma Rousseff no próximo ano.
O senador Aécio Neves, em campanha de oposição, quis se aproveitar da crise para desferir críticas. Acabou defendendo a importação de supostos políticos corruptos estrangeiros para o Brasil.
“O que foi feito pelo diplomata brasileiro sediado na Bolívia foi um gesto humanitário, que me faz lembrar gestos de outros diplomatas brasileiros que, no tempo de Hitler, contrariaram ordens superiores do próprio Itamaraty para que inúmeros refugiados do nazismo viessem para o Brasil. Hoje, são reconhecidos como heróis, até pelo governo do PT. Uma decisão extremamente equivocada mostra o governo brasileiro, que tinha uma tradição secular de respeito aos direitos humanos, se curvando a um alinhamento ideológico”, continuou.
Assim, o senador mostra sua completa falta de sintonia com os anseios populares. Recentemente, atacou a contratação de médicos estrangeiros pelo Ministério da Saúde para atender no SUS.

Do que o Brasil precisa e o que o povo quer? Mais médicos, como está fazendo o governo federal, ou "mais corruptos", como defende o presidente do PSDB.
Rede Brasil Atual

publicado por aecioneves | Sábado, 11 Junho , 2011, 17:03

mapa pesqueiro do brasil e parques pesqueiros agrícolas
O senador Aécio Neves (PSDB/SP) continua com o pensamento no século passado, propondo um choque e pavor de gestão: acabar com o ministério da pesca adotando o estado mínimo.

É um erro de visão rudimentar, para um país que tem uma amazônia azul, tamanha a extensão da costa marítima, e passou 500 anos produzindo menos peixe do que a pequena Islândia.

E não é porque Minas Gerais não tem mar, que a pesca não interessa aos mineiros. Em Minas já foram criados pelo Ministério da Pesca 2 parques de criação e pesca em água doce, nos grandes reservatórios das hidrelétricas de Furnas e de Três Marias.

Fonte:BLOG Os Amigos do Brasil

 

 

É lógico que ele não sabe do setor pesqueiro de Minas,foi um péssimo Governador como seus colegas Tucanos ,As principais obras de Minas advem do Governo federal e também o fato dele não estar em Minas já que mora num Luxuoso bairro do Rio., além de seu objetivo principal e de seus colegas atrapalhar as obras do Governo da presidenta Dilma,como tentararm fazer nos oito anos do Governo do Presidente Lula.

Vale lembrar que ele quer detonar o setor pesqueiro para corte de despesas ,mas ele próprio gastou mais de 1 Bilhão e 200 Milhões (+ de R$1.200.000.000,00) na inútil obra faraônica Cidade Administrativa


publicado por aecioneves | Quinta-feira, 26 Maio , 2011, 19:17
“Eu venho aqui (...) como companheiro da oposição para dizer que precisamos estar cada vez mais vigilantes contra o processo gravíssimo de desindustrialização da economia brasileira que já nos assusta a todos.” (Aécio Neves – em ato de I de maio em São Paulo)
“Macaco senta no próprio rabo, para falar do rabo dos outros.”(Ditado popular)
Destacamos em epígrafe trecho da fala do ex-governador e atual senador Aécio Neves (PSDB) numa das comemorações do I Maio de 2010, em São Paulo. O tema da desindustrialização é sério e perpassou vários discursos, dos vários partidos e candidatos nas eleições de 2010, pelo Brasil afora. Menos o de Aécio, quando candidato ao senado. Tivesse ele a ousadia de mencionar o tema naquela época, talvez o balanço, não só da desindustrialização, mas de sua consequência imediata, a reprimarização da economia mineira, expusesse a “ilha da fantasia” que se forjou nas Alterosas, por obra de uma inigualável máquina de propaganda.
Com a palavra, Olavo Machado Júnior
Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG -   Olavo Machado, comparecendo a evento promovido pela Assembleia Legislativa , foi enfático: suas palavras iriam provocar um “choque de realidade” sobre a economia do estado. Criticando “os discursos grandiosos” sobre a indústria regional, o insuspeito presidente da FIEMG traça um quadro dramático de Minas. Em termos bem sintéticos e esquemáticos, eis o diagnóstico que ele faz do estado governado por sete anos e três meses, pelo tucano Aécio Neves:
- Nos próximos 20 anos, o Mundo e o Brasil crescem, e Minas não está preparada disputar mercados. Falta investimento em inovação, infraestrutura, logística, em capacitação e formação profissional, ausência de política estadual de crédito etc, que geram perda de competitividade e consolidam nossa dependência da exportação de commodities (minério e produtos agrícolas). - Das 120 mil empresas industriais do estado, 62 mil “não geram emprego algum na indústria”; 30 mil possuem “de 1 a 4 empregos”; 22 mil tem até 29 empregos formais; em suas palavras “mais de 90% desse universo imenso de empresas não apresentam produtividade, escala e inovação em processos e produtos para operar e concorrer globalmente”. E ressalta que os indicadores da economia brasileira demonstram a ampliação exponencial do consumo de massa, o que exigiria “um efetivo e consistente processo de desenvolvimento econômico e social”, para que Minas disputasse parcela desse mercado emergente. - A produtividade da “nossa indústria” está 5% abaixo da média brasileira e 20% da paulista; e é inferior à média nacional em 69 setores, sendo que em 25 destes, essa menor produtividade ainda manifesta “comportamento de queda” nos últimos 10 anos. O Valor da Transformação Industrial – VTI – mineiro é 20% inferior à média nacional e 40% menor na relação com São Paulo. As gigantes estatais mineiras (CEMIG, COPASA, CODEMIG) fizeram compras “mínimas ou insignificantes” de fornecedores mineiros. A carga tributária estadual é “excessiva e concentrada”. Enfim, as propostas da FIEMG para a superação desse quadro poderiam ter sido adotadas há oito anos, impactando a condição atual da competitividade da economia regional: readequação tributária, formação e capacitação profissional, política creditícia, incentivos estaduais e municipais diversos etc. Sua excelência, o senador Aécio Neves, ainda que não seja, de fato, um economista (na verdade é apenas bacharel) tinha e tem conhecimento desses números. Sabe ele muito bem, portanto, o que significa desindustrialização. Ao falar desse fenômeno brasileiro, que é ameaça real, deveria mencionar a condição de “vanguarda” do estado por ele governado, no citado processo.
Da desindustrialização à reprimarização da economia mineira
A revista Mercado Comum , nº 216, traz “Os números da economia mundial, brasileira e mineira” de forma minuciosa, ampla, com análises qualificadas e opiniões de lideranças empresariais e políticas. Sem prejuízo dos justos destaques daquilo que é de responsabilidade federal e até mesmo mundial, como no caso dos artifícios cambiais da China, a revista apresenta uma unanimidade: Minas está aquém de si mesma, do Brasil e do mundo. Analisando informações disponibilizadas por órgãos federais, pesquisas realizadas pela Fundação João Pinheiro -FJP- (do governo mineiro), pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional de Minas Gerais -CEDEPLAR-UFMG- e fontes exclusivas do meio empresarial, a citada publicação consolida o “choque de realidade” proposto Olavo Machado anteriormente. O incomum conceito da “reprimarização” ganha significado agora: Minas apresenta uma disparidade enorme e crescente, quando se compara nossa pauta exportações e ali decresce o peso de produtos com valor agregado, na relação com os produtos primários (minério e agrícolas). Ou seja, a desindustrialização mineira tem como resultante a chamada “reprimarização”. Mesmo o crescimento do PIB em 2010 (10,9%), festejado como prova do dinamismo da economia regional, tem explicações simples e diretas: a demanda por minério de ferro pela China. Não fosse esse fator exógeno, nada poderia ser motivo de tanta alegria. Olavo Machado, agora em entrevista à referida edição da “Mercado Comum” responde pergunta que trata desse crescimento atípico: “Sempre me preocupei com avaliações feitas por média, uma vez que não contemplam toda a verdade dos fatos, inclusive suas distorções. Cada vez mais, devemos nos conscientizar de que são a microeconomia e economia local que nos dão a exata dimensão do que ocorre.” Para o presidente da FIEMG, estados onde a economia é mais intensiva, ou seja, pouco diversificada, é que sofreram mais com a crise. “Este é o caso de Minas, impactado de forma ainda mais forte por duas razões principais: por ter sua indústria mais concentrada em commodities minerais e agrícolas, cuja demanda mundial retraiu-se na fase mais aguda da crise, e que tem participação na formação do PIB estadual maior do que a média brasileira (32% contra 28%)”. Enfim, esta é a realidade mineira: se a ameaça de desindustrialização no Brasil é grande, regionalmente já se configura o fenômeno da reprimarização, como consequência de nosso processo específico da desindustrialização. Portanto, se Aécio Neves está preocupado com um eventual fenômeno nacional, poderia ele levar ao Senado o debate, sob a ótica do estado governado pelas suas mãos, por mais de sete anos. Deveria ele também explicar a mágica da “Minas virtual”, que propagandeou um “déficit zero” nas contas do governo (equilíbrio entre receita e despesa), excluindo a incômoda “Dívida Pública Total” do estado: R$ 67.812.919.776,51 em 31/12/2010. Ou seja, um “papagaio” de 68 bilhões que, no calote de informações tucano, são excluídos dos balanços políticos de seu governo e de seu sucessor. Os partidos que hoje compõem o bloco Minas Sem Censura já tem registrado nos anais da Assembleia Legislativa, ao longo dos últimos oito anos, esse quadro dramático. Atualmente, a força da realidade é tão grande, que nem o controle dos Neves sobre certas instituições do estado consegue segurar a verdade. Como no filme “Matrix” (dos irmãos Wachowisk) os tucanos mineiros impuseram uma imagem virtual, por sobre a realidade mineira. Parafraseando Morpheus, o líder da resistência dos humanos contra as máquinas na citada trilogia, depois do tal choque de gestão e do déficit zero propagandeado por Aécio e sua turma, convidamos a todos e todas: “Bem vindos ao deserto do real”.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Bloco Minas sem Censura

publicado por aecioneves | Quinta-feira, 21 Abril , 2011, 23:36

Em discurso hoje (21) na cidade de Ouro Preto (MG), capital do ciclo do ouro no século 17, a presidenta Dilma Rousseff fez o que os tucanos, que governam Minas há anos, não se mexeram para fazer.

Se comprometeu a enviar ao Congresso Nacional o marco regulatório do setor de mineração, fazendo com que empresas como a mineradora Vale deixem uma parcela maior da riqueza para o povo.

“Não é justo e não contribui para o desenvolvimento do Brasil que os recursos minerais do país sejam daqui tirados e não haja a devida compensação. Essa compensação é condição para que nossas reservas naturais tenham um sentido, que não se concentrem na mão de poucos”, disse a Presidenta.

Atualmente, os royalties sobre o ferro e outros minerais extraído pela Vale, é uma porcentagem muito menor do que os royalties sobre o petróleo pago pela Petrobras. Também é muito menor do que o que se cobra em países como a Austrália.

Só a mineradora Vale e seu maior acionista privado (o Bradesco), através de empresas ligadas, injetaram pelo menos R$ 7,25 milhões nas campanhas eleitorais tucanas de Aécio Neves e Anastasia, em 2010.

Coincidentemente, o senador Aécio, em seus discursos, se posiciona contra o governo federal e a favor dos interesses privados na empresa, em vez de defender que a mineradora pague mais royalties para o povo mineiro.

Dilma recebe a maior homenagem de Minas

A celebração do 21 de abril, dia de Tiradentes, é a data política mais importante do governo Mineiro, e a Presidenta foi a principal convidada e homenageada com a Medalha da Inconfidência.

Outros ministros e governadores também ganharam a comenda, como os ministros da Saúde, Alexandre Padilha; da Cultura, Ana de Holanda; da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho; do Planejamento, Miriam Belchior; e da Justiça, Jose Eduardo Cardozo; o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT/SP); e os governadores da Bahia Jaques Wagner (PT), do Espírito Santo, José Renato Casagrande (PSB); e do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEMos).

O grande ausente foi o senador Aécio Neves (PSDB/MG), ainda de "ressaca" com o escândalo do bafômetro, e com um comportamento no senado que tem mais a ver com Joaquim Silvério dos Reis do que com Tiradentes.

Dilma e o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, acompanharam o sepultamento dos restos mortais de três inconfidentes, no Museu da Inconfidência. Mortos há mais de 200 anos no degredo na África, as ossadas de Domingos Vidal Barbosa, João Dias da Mota e José de Resende Costa foram identificadas pela Universidade de Campinas (Unicamp) após 10 anos de estudo e agora se juntaram aos 13 inconfidentes já sepultados no monumento. (Com informações da Agência Brasil)

Leia também:
- Aécio Neves repete Joaquim Silvério dos Reis, ao defender a derrama da Vale nos royalties de Minas

Fonte:Blog Os Amigos DO Presidente Lula


publicado por aecioneves | Segunda-feira, 07 Março , 2011, 17:46

O senador Lindbergh Farias (PT/RJ) desmascarou o colega de senado Aécio Neves (PSDB/MG), membro da oposição que fazia uma celeuma por causa da palavra "decreto", escrita na lei que fixa o salário mínimo até 2015, como se fosse um ato autoritário contra o Congresso. Lindbergh enquadrou Aécio: "Falar em esvaziamento do parlamento, é falar em lei delegada..." Aécio, quando governador, arrancou da Assembléia Legislativa mineira, autorização para governar no início por lei delegada. É uma carta branca dada pelos deputados estudais para o governar sem precisar da aprovação do legislativo. Aécio ouvir tudo calado. É esse o grande timoneiro tucano para 2014?

Ver Aécio Neves,o Autoritário, chama Dilma de Autoritária


publicado por aecioneves | Quarta-feira, 23 Fevereiro , 2011, 14:31
aECIO NEVES AUTORITARIO DITADOR ,fhc E sERRA
Aécio e as leis delegadas

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ontem ao PIG Folha do PSDB que o governo Dilma começou de forma “autoritária” sua relação com o Congresso Nacional..”É lamentável que um governo comece sua relação tentando solapar uma prerrogativa constitucional do Legislativo”

Oras, oras. Aécio foi o governador que mais  utilizou  as Leis Delegadas. Recorde histórico no Brasil. Agora Aécio  fala em respeito ao Legislativo?

Aécio é até agora o recordista na emissão de leis delegadas em Minas, na comparação com os seus antecessores desde 1985. Ele editou 130 leis com as duas delegações dadas pela Assembleia Legislativa. Foram 63 leis delegadas editadas no início de 2003 e 67 em janeiro de 2007.

Minas Gerais é dirigida por oligarquia da República Velha, do tempo do “café-com-leite”. Aécio, que aparece posando de “democrata”, governou sob “estado de exceção”, através das tais leis delegadas. É uma gente que não suporta o debate público. A imprensa em Minas está amordaçada: Qualquer jornalista que abre a boca é escorraçado do estado. Controlam tudo com mão de ferro: dos jornais aos times de futebol! É uma oligarquia total.Este é o PSDB,que chamam os outros partidos de ditadores
Por:  Helena

Quem é ele para falar sendo que ele(Aecio Neves) e seu Pupilo Anastasia governam por decreto,sem a participação dos Deputados Estaduais,deveria olhar o seu primeiro.

Vejam mais sobre a censura de Aécio Neves nas  Minas Gerais clicando Aqui

Fonte Jornal Floripa 
O senador Lindbergh Farias (PT/RJ) desmascarou o colega de senado Aécio Neves (PSDB/MG), membro da oposição que fazia uma celeuma por causa da palavra "decreto", escrita na lei que fixa o salário mínimo até 2015, como se fosse um ato autoritário contra o Congresso.
Lindbergh enquadrou Aécio: "Falar em esvaziamento do parlamento, é falar em lei delegada..."
Aécio, quando governador, arrancou da Assembléia Legislativa mineira, autorização para governar no início por lei delegada. É uma carta branca dada pelos deputados estudais para o governar sem precisar da aprovação do legislativo.
Aécio ouvir tudo calado. É esse o grande timoneiro tucano para 2014?

Clique aqui para ler sobre o “Golpe do voto distrital, outra charlatanice do Cerra e do Farol”.
Clique AQUI e Vejam a Perseguição sofrida por vereadores Petistas em São Paulo pelo Autoritarismo dos governos DemoTucano no Estado

publicado por aecioneves | Sábado, 22 Janeiro , 2011, 23:23
Aeciolandia - O palacete contruiido por Aecio neves e Antonio Anastasia
Fortuna gasta em Palácio faraônico para o governador, fez e está fazendo falta para obras contra enchentes.

O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), esteve em Brasília reunido com a presidenta Dilma Rousseff para pedir R$250 milhões do governo federal para obras em cidades e estradas estaduais, que sofreram danos com as chuvas.

Anastasia faz um governo de continuidade a Aécio Neves (PSDB/MG), do qual foi um dos principais homens-fortes e mentores. Tor-rou mais de R$1,5 bilhão em um suntuoso Palácio para o governador e suas secreta-rias, chamada de Cidade Administrativa (ou “Aeciolândia” pela população).

Obra faraônica, considerada desnecessária, está muito longe das prioridades da população do estado que ainda moram mal, sofreram e ainda sofrem com inundações, com a falta de investimentos em drenagem, saneamento básico e moradia segura, além das necessidades permanentes na saúde e educação.

Seu adversário político Hélio Costa (PMDB), batido nas últimas eleições para governador, publicou no Twitter o que considera comodismo do governador tucano: “Aumento da arrecadação em MG foi de 18%, em 2010. O Estado tem dinheiro para atender às vítimas das chuvas. Não tem de esperar por Brasília”, escreveu.

A presidenta certamente sempre atenderá às necessidades da população, mas seria interessante cobrar mais responsabilidade de governadores que fazem extravagâncias como Palácios faraônicos, enquanto boa parte da população de seus estados ainda luta para ter o básico.

Observem :
Ele precisa de R$250 milhões(250.000.000,00)
Gastou mais de R$1 BI e 300 Milhões(1.300.000.000,00),ou seja,mais de 5 x mais.

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