O verdadeira Aecio Neves e seu pupilo Antonio Anastasia do PSDB escondido e blindado por trás da mídia Golpista,e da imprensa censurada mineira e pela mídia convencional que ajuda a esconder a corrupção do PSDB
publicado por aecioneves | Terça-feira, 13 Setembro , 2011, 13:41

Aécio Neves está contando os dias para a Copa do Mundo de 2014. Em seu texto publicado na FSP (12/09/2011) ele diz que faltam mil. Os indícios dos problemas em relação à Copa, no Brasil, seriam os atrasos nas obras dos aeroportos, dos estádios e do sistema viário. Ele reclama do Regime Diferenciado de Contratação (RDC) que tramita no Congresso e que visa, dentre outras coisas, evitar a combinação de preços entre empreiteiras. Faz eco, dessa forma, com a reclamação... das empreiteiras.

 

Na sequência, ele insinua que os atrasos, somados aos problemas de gestão e planejamento gerariam medidas emergenciais que podem resultar em corrupção.

Reiteramos ao senador tucano: De te fabula narratus. Essa fábula fala de ti!
Em meados de junho de 2011, veio a público um relatório técnico do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, elaborado por auditores, que apontou gravíssimas irregularidades nas obras do Mineirão. Sabe-se da diferença entre um relatório técnico elaborado por um servidor concursado e de carreira, e a opinião do “conselheiro” indicado politicamente pelo próprio governante.

Os fortes indícios de superfaturamento, a inexigibilidade de licitação para um escritório de arquitetura fazer um projeto básico, o próprio custo desse projeto (cerca de 18 milhões de Reais), pagamentos antecipados (o que é terminantemente proibido) etc, foram amplamente noticiados à época. Isso tudo, constatado em uma auditoria feita num montante ainda restrito de desembolsos realizados.

O custo inicial das obras do Mineirão ficaria na casa de 400 milhões de Reais. Estima-se agora que podem chegar a 1 bi! Ou seja, quem é Aécio Neves para elocubrar sobre gestão, planejamento e transparência? Há, inclusive, a proposta de uma CPI na Assembleia Legislativa de Minas para apurar tais irregularidades. Evidentemente, sua base parlamentar impede a instalação da mesma.

Já seus elogios aos atributos das Parcerias Público Privadas, PPPs, são mera abstração “filosófica”. Não há nenhum exemplo de seu governo de que isso teria sido exitoso. O mais recente escândalo de suas experiências em PPPs é o que ele e seu sucessor tentam empurrar goela abaixo dos servidores do Estado de Minas Gerais: a transferência, até por 70 anos, de um grande edifício pertencente ao Instituto de Previdência dos Servidores (IPSEMG), localizado numa área nobre da região centro-sul de Belo Horizonte, por míseros 13 mil Reais mensais, a serem pagos depois de 30 meses de assinado o contrato. O grupo de seu amigo Fasano, , visando a Copa de 2014, assumiria a criação de um hotel de luxo na edificação. Pesquisas de mercado dão conta de que o preço do aluguel na citada região, para algo daquele porte, chegaria a 200 mil Reais!

Quem tem um "rabo" do tamanho do Mineirão, deve se cuidar ao falar do alheio.

Vi no Minas sem censura

aecio neves e a corrupção do estadio do mineirão


publicado por aecioneves | Quarta-feira, 07 Setembro , 2011, 15:39


Regiane Moreira - TV Alterosa

O Jornal da Alterosa recebeu uma denúncia de repressão policial ao movimento grevista dos professores estaduais e flagrou a abordagem de um suspeito de rondar o sindicato da categoria em Belo Horizonte.

O deputado estadual Rogério Correia e funcionários do Sind-UTE abordaram o homem que estava parado próximo à sede que fica no bairro Floresta para pedir explicações sobre a perseguição. O suposto policial militar à paisana não deu nenhuma justificativa, tentou arrancar o carro, foi impedido e teve que sair a pé. Um homem que não quis se identificar por questões de segurança disse que o suposto policial fica parado dentro ou fora do carro o dia inteiro.

Segundo o deputado, ele ligou duas vezes para a Polícia Militar pedindo uma viatura para identificar de quem é o veículo e como resposta, o Comandante Geral da PM disse que não iria enviar a viatura e o acusou de tentar criar um fato político.
Fonte:TV Alterosa


publicado por aecioneves | Sexta-feira, 12 Agosto , 2011, 13:22

Governo Dilma apura e pune!

E o governo mineiro abafa!
Nesta semana, a Polícia Federal – PF -, subordinada ao Ministério da Justiça que, por sua vez, é subordinado à presidência da República, deflagrou uma operação de prisão de suspeitos de desvios no Ministério do Turismo.
Antes, houve aquilo que a  própria imprensa comercial, perplexa, chamou de “faxina no DNIT”.
Ou seja: há denúncia? Apure-se. Doa em quem doer. Havendo culpa, há punição.
Estamos assistindo no Brasil uma viragem cultural, que se inicia no governo Lula. A  PF, a Controladoria Geral da União – CGU- (que existe, de fato, a partir de 2003), e a Procuradoria Geral da República -PGR-, nunca antes na história deste país, parafraseando alguém, tiveram tanta autonomia e recursos para cumprir seus papéis constitucionais. O Tribunal de Contas da União -TCU- funciona no mesmo diapasão.
Já o estado de Minas Gerais parece outro país. Espasmos investigatórios no Ministério Público Estadual - MPE-, relatórios técnicos do Tribunal de Contas do Estado -TCE- e as denúncias do bloco Minas Sem Censura – MSC-, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais já fazem fila: superfaturamento, dispensa ilegal de licitações, pagamentos antecipados, parcelas inteiras do MPE efetuando apurações de “mentirinha” (ressalvadas as honrosas exceções), nada, nada disso é apurado com rigor. Aliás, várias dessas denúncias nem sequer são apuradas.
Isso sem falar na imprensa. A do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília é livre para investigar, inclusive para caluniar o governo federal. A de Minas dispensa comentários.
Aliás, o MSC já registrou: os oito anos de governo Aécio tiveram menos CPI´s que no período da Ditadura Militar!
A cultura da impunidade está em declínio no Brasil. Em Minas há uma sistemática operação abafa.

Governador Anastasia: “libere” o MPE, o TCE-MG, a Polícia Judiciária e a imprensa!
Veja matéria CPIs: http://migre.me/5sNQB
Vejam CPIS Bloqueadas por Alckmin em seu governo anterior e o atual
Fonte:Minas sem censura 


publicado por aecioneves | Sábado, 06 Agosto , 2011, 15:23

Casos de assaltos são tipificados como extorsão e tentativas de homicídios, como lesão corporal
Por Guilherme Arêas, na Tribuna de Minas
Pouco mais de um ano após a Tribuna revelar que os boletins de ocorrência elaborados pela Polícia Militar e lançados no Registro de Eventos de Defesa Social (Reds) estariam tendo sua natureza modificada – o que poderia representar infidelidade dos índices de criminalidade divulgados no estado – o problema parece se manter. Crimes graves, como homicídios, entram para as estatísticas como encontro de cadáver. Já ocorrências de assalto à mão armada e tentativa de homicídio se transformam em extorsão e lesão corporal, respectivamente.
Não é difícil perceber a incongruência nos registros. No início de julho, uma casa de frangos no Bairro Santa Cândida, Zona Leste, foi invadida por um homem armado, que levou R$ 90 do caixa. Embora o próprio policial militar tenha relatado que o suspeito “anunciou o assalto”, o crime foi registrado como extorsão. No mês anterior, um taxista de 63 anos foi rendido por dois homens, um deles com revólver calibre 22. Conforme o boletim de ocorrência, o suspeito apontou a arma contra o rosto do trabalhador e disse: “Não reage que eu não te mato”. Não vendo outra alternativa, o taxista entregou R$ 110. A ação de entrega do dinheiro provavelmente motivou os policiais militares a registrarem a ocorrência como extorsão, embora especialistas ouvidos pela Tribuna não vejam o caso com outra natureza a não ser roubo à mão armada.

Casos se multiplicam

Envolvido em uma briga generalizada ocorrida em uma festa, no Bairro Ipiranga, Zona Sul, um adolescente de 16 anos foi golpeado com uma facada nas costas, no mês passado. Ele foi socorrido em estado grave ao HPS, onde precisou passar por cirurgia. Ainda em julho, um homem de 20 anos foi baleado, em Benfica, na Zona Norte, tendo o projétil atravessado seu braço esquerdo, atingido o pulmão e saído pelas costas. No mês anterior, ainda na Zona Norte, desta vez no Milho Branco, um homem de 32 anos levou dois tiros pelas costas, sendo que as balas atingiram a perna e as nádegas do rapaz. O que une essas três ocorrências é o fato de que os crimes foram tipificados como lesão corporal e não como tentativa de homicídio: um erro na visão do advogado criminalista e professor de direito penal do Instituto Vianna Júnior, Luiz Alexandre Velloso Botelho. “Na lesão corporal, o autor age com o ânimo de apenas lesionar e não matar. Ninguém dá tiro ou facada pelas costas ou atira várias vezes contra uma pessoa sem a intenção de matar.”
Outro equívoco ocorreu no final do mês passado, no Bairro Nossa Senhora Aparecida, Zona Leste. A Polícia Militar foi acionada para averiguar a suspeita de que um homem, 25 anos, estaria disparando tiros contra um rapaz, 23. Conforme relato dos próprios policiais, o suspeito “confessou ter sido ele o autor dos disparos e que os teria feito pois queria matar um indivíduo conhecido do mesmo.” Apesar da própria confissão do suspeito, o crime foi tipificado como lesão corporal.
Tentativas de homicídio também estão ganhando outras interpretações, como ocorreu ainda no mês passado, quando um homem de 45 anos foi alvo de vários tiros dentro da casa disparados pelo cunhado, no Bairro Progresso, Zona Leste. A ocorrência foi oficializada como disparo de arma de fogo. No entanto, pela lei 10.826, o crime de disparo de arma de fogo é válido “desde que essa conduta não tenha como finalidade a prática de outro crime”. “Como uma pessoa dispara vários tiros em outra e não quer matar?”, questiona o professor.
As alterações podem ser apenas equívocos no momento da elaboração do boletim de ocorrência (BO), mas o fato é que naturezas criminosas, como a extorsão e o encontro de cadáver, por exemplo, não são consideradas crimes violentos, ficando de fora das estatísticas oficiais de criminalidade violenta, cujos índices apresentam queda nos últimos anos em Minas.
Conforme a Fundação João Pinheiro, o Índice de Criminalidade Violenta (ICV) leva em conta apenas homicídio, tentativa de homicídio, roubo e estupro. “A Fundação João Pinheiro não tem acesso aos dados primários ou às rotinas de produção ou registro destes dados e, portanto, não pode responsabilizar-se pela sua factibilidade”, explicou a assessoria de comunicação da FJP.

Homicídio registrado como encontro de cadáver

No dia 4 de junho, o aposentado Milton Francisco de Souza, 58 anos, foi encontrado morto em uma fazenda na MG-133, em Coronel Pacheco. O laudo de necropsia apontou que ele morreu por asfixia após aspiração de sangue por hemorragias na cavidade oral, devido a fraturas no crânio e na face, após ser agredido com instrumento contundente, provavelmente barra de ferro. O exame concluiu ainda que a morte se deu por meio cruel, devido à multiplicidade de ferimentos. Conforme informações do boletim de ocorrência da Polícia Militar, a esposa da vítima, 49, relatou que, ao chegar na residência, verificou que o relógio de energia elétrica estava desligado. Em seguida, ela teria escutado o marido gritar pelo seu nome. A mulher teria pedido ajuda a uma vizinha, que encontrou o aposentado caído no chão, desacordado, com ferimentos na cabeça. Uma ambulância chegou a ser acionada, mas a vítima já estava morta. Apesar de todos os indícios apontarem para um assassinato, o caso não entrou para a estatística oficial de homicídio, pois foi registrado como encontro de cadáver.
“O delegado de plantão desconfiou que poderia ser um homicídio e mandou uma equipe na casa, onde foram feitas as perícias de local e de necropsia”, informou a titular da 4ª Delegacia Distrital de Juiz de Fora, delegada Sheila Aparecida Oliveira, que preside o inquérito do caso. Quatro pessoas já foram presas e assumiram participação no assassinato.
A delegada alerta que a elaboração correta de um boletim de ocorrência, principalmente em crimes mais graves, é fundamental para o bom andamento das investigações. “A presença da Polícia Civil no local do crime após ocorrer um homicídio é de extrema importância para as investigações. Se a ocorrência chega como encontro de cadáver, nós não fazemos a varredura necessária no local.”
Situação preocupa
Ao analisar, à pedido da Tribuna, cerca de 15 ocorrências policiais com naturezas supostamente mascaradas, a titular da 3ª Promotoria de Justiça, Maria Auxiliadora Souza de Assis, mostrou-se preocupada com a situação. Ela afirma ter havido equivoco na elaboração de boa parte desses BOs. A promotora criminal opinou como “exagero de interpretação” classificar casos genuínos de roubo à mão armada como extorsão, embora “as diferenças entre os crimes sejam frágeis”. “A partir do momento em que esses dados são usados como base para elaborar programas de combate à violência, isso é preocupante.”
A promotora criminal lembra ainda que, com a nova lei de fiança (que entrou em vigor em junho e aumenta a lista de infrações afiançáveis), um crime cuja natureza foi mal interpretada – propositadamente ou não – pode fazer com que, da mesma forma, a fiança seja arbitrada equivocadamente.
Equívocos podem ser corrigidos
O assessor de comunicação da 4ª Região da Polícia Militar (RPM), major Sebastião Justino, afirma que a tipificação do crime realizada pelo policial militar é dada conforme a percepção do profissional, sendo que, em caso de interpretação errônea, a classificação pode ser retificada pela autoridade policial (delegado) e até pelo Promotor de Justiça. “Muitos policiais não têm curso de formação em direito, apesar de aprenderem as noções em algumas cadeiras durante o curso de formação de soldado. Quando ele interpreta um crime de forma equivocada, o delegado e o Ministério Público podem corrigir.”
Ainda conforme o assessor, a política de metas adotada pelo Governo do estado serve como um incentivo ao trabalho dos policiais, e a redução nos índices de criminalidade é apenas consequência de planejamento das ações. “A meta é colocada para que os profissionais sejam focados em desempenhar seu trabalho com qualidade, tudo dentro da lei.”
O especialista em segurança pública pela UFMG e associado ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Robson Sávio, acredita que os equívocos na classificação das ocorrências fragilizam a análise policial, peça fundamental no planejamento das ações de segurança pública. Como o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds) é peça de um sistema mais complexo de registro de ocorrências, após o processo de integração das polícias, o especialista crê que falta maior treinamento aos policiais militares. “O Reds tem uma série de especificações técnicas e exige conhecimento especializado para que as informações sejam preenchidas de forma correta, o que nem sempre é feito, por falta de pessoal e estrutura da polícia, mas, principalmente, de capacitação e treinamento do policial militar.”
Robson Sávio enxerga, no entanto, com certa naturalidade, as distorções durante os primeiros anos de funcionamento do Reds, adotado em Juiz de Fora desde o início de 2009. “Não diria que se trata de ação deliberada de má-fé dos policiais”, opina, lembrando que, em Belo Horizonte, pouco tempo depois da implantação do Reds, também eram comuns erros desse tipo nas ocorrências.
Já o advogado criminalista e professor de direito penal Luiz Alexandre Velloso Botelho acredita que as alterações nas naturezas das ocorrências sejam influenciadas pela política de metas estabelecida pelo Governo estadual. “A sociedade deve ficar atenta aos índices de criminalidade violenta, pois eles não representam a realidade da violência no estado.”
Deputado Rogerio Correia escreve sobre a greve dos professores de Minas Gerais

Fonte:Viomundo

 

Veja Também

No Estado de São Paulo Geraldo Alckmin e José serra também manipulam os dados de Violência no Estado


publicado por aecioneves | Quinta-feira, 14 Julho , 2011, 14:14

O atual Governo de Minas Gerais tentou alugar o prédio que era sede do "IPSEMG", com mais de 12.000 metros de área e 12 andares, localizado na área nobre de Belo Horizonte (MG), na tradicional PRAÇA DA LIBERDADE por - pasmem - R$ 15.000,00 (Quinze mil reais) por mês , por um período de 35 anos com direito a renovar pelo mesmo período, ou seja, daria à princípio 70 anos!


publicado por aecioneves | Sábado, 18 Junho , 2011, 20:22

Já publicamos as irregularidades nas obras do Mineirão na gestão Aécio neves e Anastasia que foi tão escandaloso que até o PIG amordaçado MGTV publicou em seu telejornal Aecista ,claro sem mencionar o nome dos Tucanos uma suposta denúncia de contratação de obras sem licitação,o que além de enriquecer os politicos em questão(Aécio,Anastasia e pessoas ligadas)  favorece a um grupo de empresas encarecendo os serviços e diminuindo a qualidade dos serviços e só vantagen a proprietarios dessas empresas "ganhadoras"

 Fonte:Blog Historiaparaboiacordar

 


publicado por aecioneves | Sexta-feira, 17 Junho , 2011, 18:46

Do BLOG historia para boi acordar  via  Hoje Em Dia

TCE vê superfaturamento no Mineirão

O volume de recursos aplicados nas obras de reforma do estádio com indícios de irregularidades é de R$ 29 milhões

Ezequiel Fagundes – Repórter – 16/06/2011 – 10:35

Ausência de licitação pública, pagamentos por serviços não executados, desvio de objeto, jogo de planilha (esquema que permite aditivos de contratos sem necessidade) e superfaturamento. São as irregularidades verificadas pelo Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE-MG) nas obras de reforma do Estádio do Mineirão, conforme relatório obtido com exclusividade pelo Hoje em Dia. Segundo a documentação preparada pelo TCE, o volume de recursos aplicados com indícios de irregularidades é de exatos R$ 29.378.102,19, o que representa 6,8% do total da verba que será destinada para concluir a obra, orçada inicialmente pelo governo mineiro em R$ 426,1 milhões, mas que pode bater na casa de R$ 1 bilhão ao final da Parceria Público Privada (PPP) com o consócio Minas Arena, que inclui a HAP Engenharia, Egesa e a Construcap.

No relatório, o TCE aponta indícios de graves irregularidades no processo de licitação pública para a realização do projeto básico de engenharia e arquitetura do estádio. Pela quantia de R$ 17,8 milhões, foi contratado o escritório Gustavo Penna Arquiteto & Associados, com sede em Belo Horizonte, pelo sistema de inexigibilidade de licitação que, na prática, permite driblar a livre concorrência entre empresas. Por meio desse método, altamente questionável pelo Ministério Público Estadual (MPE), o Poder Público escolhe a dedo quem vai abocanhar contratos alegando que a firma vencedora possui notória capacidade técnica e presta serviços considerados exclusivos.

 Estádio MINEIRÃO aecio neves lucrando
Somente em contrato de aluguel de plataforma mecanizada foi detectado, segundo o relatório, pagamento de 114% a mais (Foto: Eugênio Moraes)

Entre as cidades-sede, o projeto básico do Mineirão, até o momento, é disparado o mais caro do Brasil. Para se ter uma noção, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, foi destinado somente R$ 5,3 milhões para o mesmo serviço. Na Bahia, no Estádio da Fonte Nova, o custo foi menor ainda: R$ 2,2 milhões, segundo cálculos da Controladoria Geral da União (CGU). “São fortes os indícios de prática de crime contra a licitação”, afirma o relatório.

Do montante fiscalizado, R$ 982.362,75 foi superfaturado. A irregularidade foi verificada numa série de contratos de fornecimento de material de construção e aluguel de serviços. No contrato de aluguel mensal de uma plataforma mecanizada, por exemplo, foram pagos R$ 24.017,94, enquanto o preço de mercado à época era de R$ 11.250, o que dá 114% a mais. Já no contrato de fornecimento, montagem e desmontagem de andaime metálico para a reforma da fachada do estádio foram pagos R$ 26,54 pelo metro quadrado, mas, segundo o TCE, o preço justo é de R$ 20,91.

Os contratos fechados sem qualquer comprovação de que os serviços foram prestados geraram um rombo de R$ 1.427.436,06 milhão. Entre os itens analisados, um deles salta aos olhos. Trata-se do contrato para lixamento mecânico de estruturas em concreto, que já consumiu R$ 423.224,40, mas não foi executado. Em intervenções consideradas essenciais, como as obras de recuperação da estrutura, o TCE encontrou o chamado jogo de planilha, que causou um dano ao erário de R$ 1.276.666,88 milhão.

Por esse sistema, as empresas adotam preços mais elevados em itens que podem ter acréscimos no decorrer da obra e preços mais baixos nos sujeitos a decréscimo, além de abrir caminho para sobrepreço nas etapas iniciais do cronograma e subpreço ao final da empreitada. Com isso, as empresas ganham as licitações com o argumento de que podem realizar a obra com preço mais baixo. Tempos depois, pressionam pela revisão para que as obras não sejam paralisadas. A Secretaria Extraordinária da Copa 2014 não comentou o assunto até o fechamento da edição.

Em nota, o Governo de Minas se limitou a informar que já prestou todos os esclarecimentos ao TCE, mas não quis divulgar quais foram as medidas tomadas.


publicado por aecioneves | Sexta-feira, 27 Maio , 2011, 14:06

O governo Anastasia (PSDB/MG) parece uma colônia penal, tamanha lista de condenados que ocupam cargos do alto escalão, muitos indicados por Aécio Neves.

Vejam um pequeno prontuário:
Mariza Xavier, que tem condenação por improbidade administrativa, à frente da Prefeitura de Ouro Preto, já estava nomeada na Fundação de Arte de Ouro Preto. Segundo reportagem de Alessandra Mello, Estado de Minas, “o governo já criou uma comissão para averiguar todos os nomeados (sic)”.
Oswaldo Borges da Costa, presidente da Codemig, desde os tempos de Aécio, agora é acusado pelo Ministério Público por duas coisas; primeiro, ter “ratificado” uma venda irregular de terreno, da antiga Cia de Distritos Industriais (CDI), venda esta que já estava sendo questionada na justiça desde a década de 90; segundo, ter participado de um negócio com o Banco Rural e mais duas empresas, onde compra e venda sem licitação e com valores atípicos são objeto de investigação pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público. Resumindo: terreno de 15 mil metros, na região do Barreiro, vendido pela CDI por 121 mil reais, foi irregularmente repassado por 600 mil reais ao Banco Rural que, graciosamente, em 2007 o vendeu por 180 mil reais a outra empresa. Tudo isso foi feito com anuência da alta direção da Codemig. Só relembrando: Borges da Costa é um dos donos do jatinho usado pelos Neves “para deslocamentos familiares”. A reportagem foi de Amália Goulart, Hoje em Dia.
Ademir Lucas – (PSDB) Bens bloqueados (improbidade administrativa – Prefeitura de Contagem) – hoje diretor da Companhia de Abastecimento de Minas Gerais (COPASA)
Alexandre da Silveira – (PPS) Superfaturamento e pagamento indevido em obras rodoviárias em Rondônia – hoje é Secretário de Gestão Metropolitana do Governo Anastasia, pelo simples fato de que Aécio queria que seu suplente no PPS (Humberto Souto) assumisse uma vaga.
Edmar Moreira – (PR) O ex-deputado do Castelo – convidado a presidir a Minas Gerais Participações (MGI), foi publicamente “desconvidado” depois de denúncia.
Elmiro Nascimento – (DEM) Improbidade administrativa. Ação Civil Pública para que ele devolva 450 mil reais aos cofres públicos, por ter desviado funcionários de seu gabinete parlamentar para uma empresa privada. Hoje é Secretário de Agricultura.
Humberto Candeias – (PSL) Ex-presidente do Instituto Estadual de Florestas (por sete anos dos dois governos de Aécio Neves). Acusado pela Polícia Civil e Ministério Público de ter liderado um esquema que rendeu 12,5 milhões de Reais, envolvendo uma variedade de crimes: extorsão, fraudes, improbidade etc.
Manoel Costa – (PDT) Titular da Secretaria Extraordinária da Reforma Agricultura e pessoas acusadas de cessão e uso irregular de terras públicas. Valor bloqueado das contas dele e demais acusados: 22 milhões de Reais.
Shelley Carneiro – (PSDB) Ex-secretário adjunto do meio ambiente, gov Aécio. Improbidade administrativa à frente da respectiva secretaria (hoje assessora da CNI).
Tadeu Mendonça – (DEM) Ex-prefeito de Três Pontas, condenado pelo TCU: improbidade administrativa. Ocupa o cargo desde o governo Aécio Neves, para o qual foi convidado a permanecer pelo governador Anastasia (a presidência do Instituto de Metrologia e Qualidade – IPEM). Exonerado, depois de denúncia da imprensa.
Wellington Magalhães – Ex-vereador (PMN) cassado por compra de votos. Nomeado diretor da Administração dos Estádios (ADEMG) e demitido após denúncia.
(Com informações da Assessoria de Comunicação do Bloco Minas sem Censura)

publicado por aecioneves | Quinta-feira, 21 Abril , 2011, 23:36

Em discurso hoje (21) na cidade de Ouro Preto (MG), capital do ciclo do ouro no século 17, a presidenta Dilma Rousseff fez o que os tucanos, que governam Minas há anos, não se mexeram para fazer.

Se comprometeu a enviar ao Congresso Nacional o marco regulatório do setor de mineração, fazendo com que empresas como a mineradora Vale deixem uma parcela maior da riqueza para o povo.

“Não é justo e não contribui para o desenvolvimento do Brasil que os recursos minerais do país sejam daqui tirados e não haja a devida compensação. Essa compensação é condição para que nossas reservas naturais tenham um sentido, que não se concentrem na mão de poucos”, disse a Presidenta.

Atualmente, os royalties sobre o ferro e outros minerais extraído pela Vale, é uma porcentagem muito menor do que os royalties sobre o petróleo pago pela Petrobras. Também é muito menor do que o que se cobra em países como a Austrália.

Só a mineradora Vale e seu maior acionista privado (o Bradesco), através de empresas ligadas, injetaram pelo menos R$ 7,25 milhões nas campanhas eleitorais tucanas de Aécio Neves e Anastasia, em 2010.

Coincidentemente, o senador Aécio, em seus discursos, se posiciona contra o governo federal e a favor dos interesses privados na empresa, em vez de defender que a mineradora pague mais royalties para o povo mineiro.

Dilma recebe a maior homenagem de Minas

A celebração do 21 de abril, dia de Tiradentes, é a data política mais importante do governo Mineiro, e a Presidenta foi a principal convidada e homenageada com a Medalha da Inconfidência.

Outros ministros e governadores também ganharam a comenda, como os ministros da Saúde, Alexandre Padilha; da Cultura, Ana de Holanda; da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho; do Planejamento, Miriam Belchior; e da Justiça, Jose Eduardo Cardozo; o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT/SP); e os governadores da Bahia Jaques Wagner (PT), do Espírito Santo, José Renato Casagrande (PSB); e do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEMos).

O grande ausente foi o senador Aécio Neves (PSDB/MG), ainda de "ressaca" com o escândalo do bafômetro, e com um comportamento no senado que tem mais a ver com Joaquim Silvério dos Reis do que com Tiradentes.

Dilma e o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, acompanharam o sepultamento dos restos mortais de três inconfidentes, no Museu da Inconfidência. Mortos há mais de 200 anos no degredo na África, as ossadas de Domingos Vidal Barbosa, João Dias da Mota e José de Resende Costa foram identificadas pela Universidade de Campinas (Unicamp) após 10 anos de estudo e agora se juntaram aos 13 inconfidentes já sepultados no monumento. (Com informações da Agência Brasil)

Leia também:
- Aécio Neves repete Joaquim Silvério dos Reis, ao defender a derrama da Vale nos royalties de Minas

Fonte:Blog Os Amigos DO Presidente Lula


publicado por aecioneves | Segunda-feira, 07 Março , 2011, 17:16

As Comissões de Análise de Multas Ambientais -CORADs e o chamado Inventário Florestal de Minas Gerais deveriam ser investigados pelo Ministério Público porque, da forma como são utilizados, se transformaram em verdadeiras aberrações da administração ambiental mineira. As CORADs são comissões cujo funcionamento é inconstitucional e arbitrário pois não permitem a ampla defesa para o administrado. Já o Inventário Florestal é usado de maneira fraudulenta pelos fiscais ambientais. Ambos, Inventário e CORADs atuam de maneira perversa contra o proprietário rural pequeno,médio e grande. O IEF-MG atua sem que haja controle de suas ações. Eles não tem limites e causam dano irreparável aos produtores rurais.

Enviado pelo Leitor Pedro Geraldo Franzon 


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