O verdadeira Aecio Neves e seu pupilo Antonio Anastasia do PSDB escondido e blindado por trás da mídia Golpista,e da imprensa censurada mineira e pela mídia convencional que ajuda a esconder a corrupção do PSDB
publicado por aecioneves | Quarta-feira, 18 Outubro , 2017, 14:57
Aecio Neves salvo pelo Senado: Veja Senadores que votaram contra e quem votou a favor de Aécio Neves no Senado

Aécio esperava ter cerca de 44 votos para barrar suas medidas cautelares e recuperar seu mandato, segundo Broadcast Político e teve os exatos 44 votos.

PMDB– votou totalmente a favor de Aécio (17 senadores do PMDB) ou seja Não provavelmente em troca de votos do PSDB contra a denuncia de Temer na Câmara

PSDB–  votou a favor de Aécio Neves ou seja não, voto do Senador Tarso Jeiressati, que afirmou que toda bancada votaria a favor do Mineirinho.

PT– Votou pela cassação de Aécio Neves.

DEM– Libera bancada, votação individual.

PR– Votam pelo Não, salvar Aécio.

PP– Votou para salvar Aécio, Não, mas liberou bancada.

PSB– Votou a favor de Cassar Aécio em maioria da bancada.

PSD– Na figura de Otto Alencar, libera a bancada.

PODEMOS– Votou pelo afastamento de Aécio

PRB– Votou contra cassação.

PSC– Votou a favor.

REDE– Votou a favor.

PTC– de Collor, votou para salvar Aécio

PROS– Vota Não, para salvar Aécio Neves.

PTB– Votou Não, para salvar Aécio Neves.

Veja quem votou a favor e contra Aécio.

SENADORES QUE FORAM FAVORÁVEIS AO RETORNO DE AÉCIO:

  • Airton Sandoval (PMDB-SP)
  • Antonio Anastasia (PSDB-MG) o companheiro do Aecio
  • Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
  • Benedito de Lira (PP-AL)
  • Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
  • Cidinho Santos (PR-MT)
  • Ciro Nogueira (PP-PI)
  • Dalirio Beber (PSDB-SC)
  • Dário Berger (PMDB-SC)
  • Davi Alcolumbre (DEM-AP)
  • Edison Lobão (PMDB-MA)
  • Eduardo Amorim (PSDB-SE)
  • Eduardo Braga (PMDB-AM)
  • Eduardo Lopes (PRB-RJ)
  • Elmano Férrer (PMDB-PI)
  • Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE)
  • Fernando Collor (PTC-AL)
  • Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
  • Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
  • Hélio José (PROS-DF)
  • Ivo Cassol (PP-RO)
  • Jader Barbalho (PMDB-PA)
  • João Alberto Souza (PMDB-MA)
  • José Agripino (DEM-RN)
  • José Maranhão (PMDB-PB)
  • José Serra (PSDB-SP) O Careca
  • Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
  • Marta Suplicy (PMDB-SP)
  • Omar Aziz (PSD-AM)
  • Paulo Bauer (PSDB-SC)
  • Pedro Chaves (PSC-MS)
  • Raimundo Lira (PMDB-PB)
  • Renan Calheiros (PMDB-AL)
  • Roberto Rocha (PSDB-MA)
  • Romero Jucá (PMDB-RR)
  • Simone Tebet (PMDB-MS)
  • Tasso Jereissati (PSDB-CE)
  • Telmário Mota (PTB-RR)
  • Valdir Raupp (PMDB-RO)
  • Vicentinho Alves (PR-TO)
  • Waldemir Moka (PMDB-MS)
  • Wellington Fagundes (PR-MT)
  • Wilder Morais (PP-GO)
  • Zeze Perrella (PMDB-MG)

Votação No STF dia 11 a favor do Senado decidir o destino do Aecio Neves

Alexandre de Moraes(PSDB/SP)

Dias Toffoli

Ricardo Lewandowski

Gilmar Mendes(PSDB/MT)

Marco Aurélio

presidente, Cármen Lúcia

SENADORES QUE FORAM CONTRÁRIOS AO RETORNO DE AÉCIO:

Acir Gurgacz (PDT-RO)

Álvaro Dias (Podemos-PR)

Ana Amélia (PP-RS)

Ângela Portela (PDT-RR)

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)

Fátima Bezerra (PT-RN)

Humberto Costa (PT-PE)

João Capiberibe (PSB-AP)

José Medeiros (PODE-MT)

José Pimentel (PT-CE)

Kátia Abreu (PMDB-TO)

Lasier Martins (PSD-RS)

Lídice da Mata (PSB-BA)

Lindbergh Farias (PT-RJ)

Lúcia Vânia (PSB-GO)

Magno Malta (PR-ES)

Otto Alencar (PSD-BA)

Paulo Paim (PT-RS)

Paulo Rocha (PT-PA)

Randolfe Rodrigues (REDE-AP)

Regina Sousa (PT-PI)

Reguffe (S/PARTIDO-DF)

Roberto Requião (PMDB-PR)

Romário (PODE-RJ)

Ronaldo Caiado (DEM-GO)

Walter Pinheiro (S/PARTIDO-BA)

Ministros do STF que votaram pelo afastamento do Aecio Neves sem precisa de autorização do parlamento

Edson Fachin

Luís Roberto Barroso

Rosa Weber

Luiz Fux

Celso de Mello

PRESIDENTE DO SENADO

Eunício Oliveira (PMDB-CE) – NÃO VOTOU


publicado por aecioneves | Quarta-feira, 07 Dezembro , 2016, 12:01
Juiz Sergio Moro(PSDB/PR) Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP e o golpista michel Temer (PMDB/SP)

acima o Juiz Sergio Moro(PR) com clima de descontração com quem ele deveria investigar, dando risadinhas com Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP) e o golpista Michel Temer (PMDB/SP)

Por isso que quando Temer, Aecio ou outros tucanos são citados Sergio Moro Para a audiencia e interrompe a testemunha

DA FOLHA

Com Temer, tucanos e famosos, Sergio Moro recebe prêmio e defende Judiciário

Diante uma plateia de políticos tucanos e do golpista Michel Temer, o juiz Sergio Moro recebeu o prêmio "Brasileiro do Ano na Justiça" na noite desta terça (6) e homenageou colegas magistrados.

Na cerimônia, promovida pela revista "IstoÉ", no Citibank Hall, na zona sul de São Paulo, Sergio Moro(PSDB/PR) permaneceu no palco em um assento ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG), com quem cochichou ao longo da cerimônia. Os três ministros do PSDB participaram do evento, no qual houve entrega de premiações à atriz Grazi Massafera e à cantora Ludmilla.

Moro foi o mais aplaudido e foi lembrado em discursos dos homenageados, como o prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB/SP).

Temer, que fez um breve discurso, não mencionou o juiz. Em discurso de apenas três minutos, Moro cumprimentou o presidente e disse que o ano foi muito cansativo.

Disse dedicar o prêmio a magistrados "de todas as instâncias", especialmente os do Supremo Tribunal Federal.

"[A Justiça] tem assumido um papel cada vez mais importante na vida brasileira."

Moro se opõe ao projeto de abuso de autoridade, em tramitação no Congresso, que prevê punições a juízes e a integrantes do Ministério Público e é muito criticado por procuradores da Lava Jato


publicado por aecioneves | Quinta-feira, 21 Abril , 2016, 17:23

Aécio  tenta fazer Delcídio  negar denúncias sobre Aécio Neves envolvido na Lava Jato e atacar Dilma

 Tucanos negociam recuo de Delcídio em acusação contra Aécio Neves e querem que senador acuse Dilma

 

Com o aval do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), a oposição decidiu patrocinar a ida na próxima terça-feira, 26, do ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral (sem partido-MS) ao Conselho de Ética da Casa para confrontá-lo publicamente em relação às acusações que o parlamentar fez sobre o principal líder tucano.

A estratégia, que vem sendo negociada nos bastidores entre membros do PSDB e pessoas ligadas a Delcídio, é que o ex-líder do governo recue no colegiado das afirmações feitas por ele em delação premiada contra Aécio e, se possível, aproveitar para que ele faça acusações públicas contra a presidente Dilma Rousseff às vésperas da votação do afastamento dela pelo Senado.
A manchetinha na uol
 A ação dos tucanos foi colocada em prática nesta terça-feira, 19, durante reunião do conselho em que, pela quinta vez, Delcídio se ausentou para fazer a sua defesa pessoalmente do processo por quebra de decoro parlamentar. Inicialmente indignados com a sucessão de licenças médicas, os senadores pretendiam recusar a concessão de novo prazo para que o ex-petista se defendesse. O jogo virou quando o líder do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB), entrou na reunião para se posicionar a favor de que Delcídio fosse ouvido.

"Ele pode faltar quantas vezes for, não lhe pode ser negado o direito de defesa e de se manifestar", defendeu Cunha Lima. O senador participava da reunião de líderes com Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, para decidir detalhes sobre o processo de impeachment de Dilma, mas, mesmo sendo suplente no conselho, dirigiu-se ao colegiado para fazer a defesa por mais prazo ao acusado.

A manifestação de Cunha Lima causou um efeito manada no restante do conselho. Até mesmo os senadores mais favoráveis à cassação de Delcídio, como Lasier Martins (PDT-RS), recuaram da tentativa de recusar ouvi-lo e resolveram dar mais prazo ao senador. Após a fala de Cunha Lima, o tucano Ataídes Oliveira (TO), que já havia votado contra a concessão de novo prazo a Delcídio, mudou seu voto.

Delcídio foi preso no fim do ano passado sob acusação de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Posteriormente, ele fez um acordo de delação premiada, implicando Aécio e Dilma, e se livrou da cadeia.

Se não fosse a intervenção de Cunha Lima, o conselho iria dispensar o depoimento de Delcídio e intimar a defesa para alegações finais. Comportamento diferente também foi visto na defesa do senador. Nas reuniões anteriores, os advogados apenas apresentavam licenças médicas e a sugestão de nova data para convocação partia do conselho. Pela primeira vez, a defesa garantiu o interesse do senador em comparecer à comissão já na próxima semana.

Paralisado

Apesar de Delcídio ter direito a se defender no processo, não existe obrigação jurídica para que ele compareça ao Senado pessoalmente, podendo enviar suas considerações por escrito. Ainda assim, o colegiado seguiu concedendo novos prazos e o processo está parado na mesma fase há um mês.

A primeira vez que Delcídio foi convocado para depoimento no conselho foi em 23 de março. Na data, nem ele nem qualquer advogado chegou a comparecer à reunião. Nas três reuniões seguintes, o senador faltou.

Aécio foi citado por delatores

O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais líderes da oposição ao governo Dilma, foi citado durante as investigações da Operação Lava Jato por quatro delatores. O doleiro Alberto Youssef disse ter ouvido do ex-deputado José Janene (que morreu em 2010) que Aécio dividiria a arrecadação de propina de uma diretoria de Furnas com o PP. Em julho de 2015, o operador de valores Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, disse - em depoimento ligado à sua delação premiada - ter levado R$ 300 mil a um diretor da UTC no Rio e que o dinheiro seria destinado ao senador do PSDB. Os dois casos foram arquivados pelo ministro do STF Teori Zavascki por insuficiência de informações.

Em fevereiro deste ano, o lobista Fernando Moura, em depoimento ao juiz Sergio Moro, disse ter ouvido relato de uma suposta divisão de propina proveniente da estatal Furnas para Aécio. Em sua delação premiada, o ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral disse que o tucano - na época governador de Minas - atuou para maquiar as contas do Banco Rural durante CPI dos Correios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

publicado por aecioneves | Quinta-feira, 29 Outubro , 2015, 10:54

Oposição suicida

           Rejeição a Aécio, Marina, Alckmin e Serra também explode            O drama da oposição é grave. Seus líderes, mesmo contando com a cumplicidade do noticiário, gastam todas as fichas para desconstruir Lula e o PT. E acabam envenenando a toda a classe política Adriano Vizoni/Folhapress

tucanos Aecio Neves José Serra Geraldo Alckmin do PSDB

Há um ano, com a cumplicidade da mídia, eles promovem o terceiro turno, num processo que degrada a política

Jornais da imprensa tradicional destacam nesta segunda feira (26) uma pesquisa de potencial de votos para presidente em 2018, feita pelo Ibope, enfatizando que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria rejeição de 55%. Aparentemente, reflete a intensa campanha de desgaste promovida contra o ex-presidente, seu partido e o governo da presidenta Dilma Rousseff. Mas pouca ênfase foi dada na altíssima rejeição aos principais líderes da oposição.

O Ibope pesquisou o potencial de voto de alguns dos principais personagens políticos que podem vir a disputar a sucessão de Dilma daqui a três anos. Declaram que “não votariam de jeito nenhum” no governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) 52%. A rejeição ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) subiu de 42% para 47%. O senador José Serra (PSDB-SP) é rejeitado 54%. Marina Silva (Rede-AC) atinge 50% de rejeição. Até Ciro Gomes (PDT-CE) – este não está na oposição – aparece com a alta rejeição de 52%.

Os números mostram que a tática oposicionista – partidária e midiática – de desconstruir o governo Dilma, a principal liderança petista e de apostar “no quanto pior, melhor”, não está agradando o povo. O resultado da ação política de Aécio Neves e seus aliados é como o dos terroristas que, no objetivo de impor baixas nos oponentes, explodem a si mesmos antes se saber o tamanho do estrago que causarão, de fato, aos seus alvos.

Quando Aécio reedita a agenda do “mar de lama” que derrubou Getúlio Vargas, a leitura do povo é outra. Passa a ver com maus olhos não apenas o alvo desejado pelo oponente, mas toda a classe política, inclusive o próprio Aécio que a ela pertence desde criancinha. Como agravante, o senador tucano escolhe para suas andanças conspiratórias em torno do “golpe paraguaio” a companhia de políticos da estirpe dos deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Paulinho da Força (SD-SP), entre outros. E faz de seu mandato no Senado uma trincheira em causa própria, sem dedicar-se a pautas parlamentares importantes para a vida das pessoas.

O drama da oposição é grave porque seus líderes estão sendo poupados de ataques no noticiário. Escândalos de corrupção e de má gestão no governo paulista, quando não tem jeito de esconder, se depender do noticiário a responsabilidade, mesmo política, é sempre do mordomo do Palácio dos Bandeirantes, nunca do governador. Mesmo assim Alckmin tem rejeição de 52%.

Aécio Neves recebe todo tipo de blindagem, seja nas dezenas de escândalos engavetados, pelo seu péssimo desempenho como senador, ou pela oposição que faz “ao” Brasil, conforme já disse em ato falho durante uma entrevista. Ganha generosos holofotes da mídia para falar sua versão dos fatos nacionais, sem ser contestado.

Outros nomes de algum alcance nacional – e que já disputaram a presidência da República – também não se saem bem. Na pergunta sobre em quem votaria com certeza, Lula lidera isoladamente com 23%. Aécio aparece bem atrás com 15%, seguido por Marina com 11%, Serra 8%, Alckmin 7% e Ciro com 4%.

O potencial de votos, que soma o resultado das perguntas “em quem votaria com certeza” com “em quem poderia votar”, deu empate técnico entre os três primeiros: Aécio, 42%; Lula, 41%; Marina, 39%. Atrás vêm Serra, com 32%, Alckmin, 30%, e Ciro, 20%.

A pesquisa Ibope foi feita entre os dias 17 e 21. Na semana anterior, Lula sofreu exposição negativa no noticiário. No domingo anterior (11) o jornal O Globo estampou como principal manchete “Baiano diz que pagou contas do filho de Lula”. Não era verdade, e o filho de Lula declarou mover ação na Justiça contra o jornal, mas o boato se espalhou com rádios e TVs repetindo. No dia 16 o jornal Folha de S.Paulo estampava a manchete de capa “Delator diz ter repassador R$ 2 mi para nora de Lula”. Até a ombudsman do jornal, jornalista Vera Guimarães Martins, considerou o título manipulado e sem refletir a verdade, mas novamente o boato havia se espalhado. Foi nesse contexto que a pesquisa foi feita.

Como se pode observar, a hipótese de um terceiro mandato do ex-presidente está assombrando a oposição. A direita raivosa não está  faturando com os ataques. Em uma campanha eleitoral para valer, se o ex-presidente vier a ser candidato, terá espaço no horário eleitoral e em entrevistas para desmentir até boatos folclóricos como o de que seria “dono da Friboi”. Os candidatos de oposição, por sua vez, terão expostos os escândalos que mantêm abafados com a cumplicidade da imprensa. O quadro de uma campanha eleitoral de fato torna-se mais favorável ao ex-presidente do que aos candidatos oposicionistas.

Esse é o drama da oposição. Há de se considerar ainda que, quando a denúncia é demais e nada se comprova, o povo desconfia do denunciante. Nas eleições de 2006, houve um denuncismo desenfreado contra o primeiro governo Lula, com muita coisa não se comprovando. Lula foi reeleito.


publicado por aecioneves | Quarta-feira, 17 Setembro , 2014, 16:45

Luciana Genro enfrenta Aécio e denuncia corrupção dos governos do PSDB no debate dos presidenciáveis organizado pela CNBB, Aécio tenta desqualificar a candidata e se dá mal


publicado por aecioneves | Domingo, 01 Dezembro , 2013, 17:20
 Tema sempre delicado para o PSDB nas disputas eleitorais, as privatizações estarão presentes no discurso de campanha do senador Aécio Neves, presidenciável do partido; em evento com tucanos na cidade de Franca, em São Paulo, o presidente nacional do partido disse ainda que fará a defesa do legado dos dois governos de FHC; "acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB", afirmouO senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidenciável do PSDB, começa a dar pistas de como pretende defender sua candidatura em 2014 e o seu partido, que governou o país entre 1995 e 2002. Em encontro do PSDB em Franca (SP), ele afirmou que a defesa das privatizações e do "legado" do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) será um dos temas da campanha do partido no próximo ano.Durante o evento, Aécio contrapôs os dois mandatos de FHC aos governos do PT, do ex-presidente Lula e do atual da presidente Dilma Rousseff. "Eu acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB. Se não tivesse havido o governo do presidente Fernando Henrique, com estabilidade, responsabilidade fiscal, privatizações, não teria havido o governo do presidente Lula", disse."[Somos] o partido da estabilidade da moeda, da modernização da economia, das privatizações, sim, que foram fundamentais para o Brasil crescer em setores que não deveriam ser de responsabilidade do Estado", completou Aécio. Na visita a Franca, Aécio estava acompanhado pelo deputado federal Duarte Nogueira, presidente estadual do partido, e pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)

 

Tema sempre delicado para o PSDB nas disputas eleitorais, as privatizações estarão presentes no discurso de campanha do senador Aécio Neves, presidenciável do partido; em evento com tucanos na cidade de Franca, em São Paulo, o presidente nacional do partido disse ainda que fará a defesa do legado dos dois governos de FHC; "acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB", afirmou
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidenciável do PSDB, começa a dar pistas de como pretende defender sua candidatura em 2014 e o seu partido, que governou o país entre 1995 e 2002. Em encontro do PSDB em Franca (SP), ele afirmou que a defesa das privatizações e do "legado" do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) será um dos temas da campanha do partido no próximo ano.
Durante o evento, Aécio contrapôs os dois mandatos de FHC aos governos do PT, do ex-presidente Lula e do atual da presidente Dilma Rousseff. "Eu acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB. Se não tivesse havido o governo do presidente Fernando Henrique, com estabilidade, responsabilidade fiscal, privatizações, não teria havido o governo do presidente Lula", disse.
"[Somos] o partido da estabilidade da moeda, da modernização da economia, das privatizações, sim, que foram fundamentais para o Brasil crescer em setores que não deveriam ser de responsabilidade do Estado", completou Aécio. Na visita a Franca, Aécio estava acompanhado pelo deputado federal Duarte Nogueira, presidente estadual do partido, e pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
No 247

publicado por aecioneves | Domingo, 11 Agosto , 2013, 20:25

Empresário acusou a ECT de superfaturamento de R$ 48 milhões em licitação promovida no governo FHC tendo como ministro Pimenta da Veiga


 Em meio ao escândalo do chamado propinoduto tucano, denunciado pela Siemens, empresas fornecedoras de equipamentos e de serviços em trens e metrô nas gestões Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin que superfaturaram R$ 577 milhões, o equivalente a 30% a mais do que os governos pagariam se não houvesse esquema, outros casos envolvendo a empresa igualmente estão sendo investigados, mas ainda permanecem ofuscados.
Até 2005, repousou em uma gaveta do empresário catarinense Edson Maurício Brockveld um envelope lacrado de papel pardo. Em uma das faces do invólucro estão registradas cinco assinaturas de membros da Comissão Especial de Licitação dos Correios. Dentro, segundo ele, está à prova de que a corrupção na ECT começou, ou tinha prosseguimento, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso.

Dono da Brockveld Equipamentos e Indústria Ltda., o empresário esperou até 2005, ocasião da CPMI dos Correios para abrir publicamente o envelope. Seu objetivo era provar ter sido preterido em uma concorrência, em 2000, em favor de duas empresas estrangeiras, a alemã Siemens e a francesa Alstom, ambas com propostas supostamente superfaturadas. 
Brockveld alega ter calculado em R$ 48 milhões o contrato de compra de equipamentos de movimentação e triagem de carga interna oferecido à ECT. A dupla vencedora cobrou quase o dobro. De quebra, diz o empresário, as escolhidas passaram a gerenciar outros três contratos no valor de US$ 100 milhões (R$ 230 milhões).
Em 22 de dezembro de 1999, a ECT abriu a concorrência internacional 016/99 para compra e manipulação de equipamentos de sistemas de movimentação e triagem interna de carga. Interessado no negócio, Edson Brockveld conta que, nos dois anos anteriores à licitação, desenvolveu, junto ao setor de engenharia dos Correios, diversos equipamentos e realizou testes em parceria com as empresas Portec e Buschman, ambas dos Estados Unidos. 
Segundo ele, a pedido da diretoria da ECT, a Brockveld Equipamentos chegou a trazer engenheiros americanos para fazer as demonstrações e, assim, ganhar a confiança da direção da estatal. O presidente da empresa era Hassan Gebrin, ligado aos grupos políticos do então governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB), e do ex- senador e ex-governador também do Distrito Federal José Roberto Arruda (PFL-DF). 
A indicação havia sido avalizada pelo então ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga. Para garantir uma boa posição no processo licitatório, a Brockveld fez um consórcio com a japonesa NEC, uma das gigantes mundiais do setor de tecnologia de ponta. Pelo acordo, cada empresa seria responsável por um setor. 
A empresa brasileira cuidaria do maquinário de movimentação postal e a NEC dos equipamentos de comunicação e segurança. Dois dias antes da licitação, no entanto, sem nenhum sinal prévio, conta Edson, o então diretor da NEC no Brasil, Marcos Sakamoto, informou à Brockveld que não poderia participar da licitação. 
Alegou, segundo o empresário catarinense, atender a um pedido da direção da Siemens, que não queria a participação das duas empresas na licitação. No dia da abertura das propostas, Edson Brockveld diz ter sido diretamente convidado pelas empresas Mannesmann Dematic Rapistan, Siemens e Alstom a não participar da concorrência da ECT, pois estaria tudo certo que as duas últimas seriam as vencedoras da licitação. 
Brockveld alega ter ignorado a oferta e participado, assim mesmo, do processo. No dia da licitação, o edital previa que fossem abertos os envelopes relativos à habilitação técnica e comercial. Porém, ao ser constatado que a Brockveld Equipamentos iria participar da licitação, e pelo fato de os concorrentes não saberem se a empresa estava ou não com os documentos em ordem, foi feita uma proposta à ECT de emissão de um parecer único da proposta técnica e de habilitação, em desacordo com o estabelecido no edital de licitação.
Feito isso, a Brockveld e a Mannesmann acabaram sumariamente inabilitadas tecnicamente. A Mannesmann imediatamente recorreu, mas teve o pedido indeferido. Ambas receberam, lacrados, os envelopes com as propostas de volta. Siemens e Alstom foram às escolhidas. Detalhe: a empresa francesa embolsou US$ 15 milhões e deu o cano na ECT, por este motivo foi processada pelos Correios e substituída em seguida, pela NEC. 
Logo depois, a direção da Brockveld foi procurada pelas empresas vencedoras. Teriam pedido para que ela não entrasse com recurso administrativo. Em troca, os executivos da Siemens e da Alstom dariam parte do projeto para a perdedora. Ou seja, comprariam da empresa brasileira os equipamentos previstos no contrato. 
Com a Alstom, o acordo foi assinado na noite do dia 23 de fevereiro de 2000. A empresa foi representada, segundo Edson Brockveld, por um diretor chamado Jean Bernard Devraignes. A Siemens, no entanto, esperou a data-limite para entrada de recurso, 24 de fevereiro de 2000, para assinar o acordo, em Brasília. 
Naquele dia, para ter certeza de que tudo sairia conforme combinado, Hélcio Aunhão, diretor da Siemens, foi ao aeroporto da capital federal encontrar com Brockveld, então disposto a entrar com o recurso administrativo contra o resultado da licitação, o que nunca aconteceu. Depois de assinados os contratos, no entanto, as empresas vencedoras não honraram os acordos.
Edson Brockveld, então, esperou o momento certo de se vingar. A crise desencadeada a partir das denúncias de corrupção, justamente nos Correios, lhe pareceu à oportunidade ideal. O empresário foi ao Congresso Nacional para entregar toda a documentação sobre o caso a então senadora, hoje ministra Ideli Salvatti.
Disse a ela ter tomado a iniciativa de denunciar o caso cinco anos depois porque, impedido de participar da licitação e traído por empresas internacionais, achava que a CPMI dos Correios iria se interessar pelo caso. Por isso havia decidido ir pessoalmente ao Senado. Ele disse à senadora que, em princípio, não teria interesse em entrar em briga judicial contra a ECT, mas pretendia acionar a Siemens e a Alstom por quebra de contrato.
O diretor-regional de Vendas da Siemens no Brasil, Hélcio Aunhão, negou, na Sub-relatoria de Contratos da CPMI dos Correios, as acusações de que a empresa teria feito conluio com a Alston para que a Brockveld se retirasse da licitação do sistema de triagem interna de cargas dos Correios. 
Aunhão confirmou ter assinado termos de intenção de compra de alguns equipamentos com a Brockveld, transação que, segundo Edson Maurício, serviria para compensar a empresa que se retirou, mas disse que a compra não foi realizada porque a empresa fornecedora não teria cumprido as condições estipuladas no contrato.
O sub-relator, então deputado federal, hoje Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, afirmou na audiência que a CPMI iria solicitar ao Ministério Público o aprofundamento da investigação sobre o caso. 
O Ministério Público brasileiro obteve de autoridades da Suíça, este ano, a confirmação da existência de contas do operador do esquema junto ao Metrô de São Paulo, Roberto Marinho, no exterior. Agora, espera-se no MP a chegada de novas informações, vindas do Principado de Liechtenstein, vizinho à Suíça, de forma a rastrear o trânsito de grandes recursos no circuito de empresas e bancos do paraíso fiscal. 
Segundo as autoridades o alimentador desse esquema seria a multinacional Alstom, que teria feito “acordo”, com os tucanos antes mesmo da Siemens e em relação ao Metrô de São Paulo, ou seja, no período que ocorreu às irregularidades no Correios, quando Pimenta da Veiga era Ministro das Comunicações de FHC.
Na multinacional alemã, o presidente no Brasil, Peter Loscher, foi afastado do cargo, numa responsabilização indireta sobre a gestão que teria participado de um cartel formado por 15 empresas, todas participantes de um esquema de pagamento de propinas aos tucanos.
Do Novo Jornal  

publicado por aecioneves | Quinta-feira, 03 Novembro , 2011, 00:59

do Blog Olhos do Sertão
Entendo que a oposição demo-tucana midiática criou uma excelente oportunidade para que o governo Dilma discuta com a sociedade brasileira a importância do SUS.

E principalmente para mostrar quais governos estaduais têm compromisso com a saúde pública. 

reunião do pig SUS contra o Presidente Lula e o SUS
Carta Capital

REMÉDIOS POR JUROS

por Leandro Fortes

Auditoria aponta que governos de SP, DF, MG e RS usaram recursos do SUS para fazer ajuste fiscal

Sem alarde e com um grupo reduzido de técnicos, coube a um pequeno e organizado órgão de terceiro escalão do Ministério da Saúde, o Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde (Denasus), descobrir um recorrente crime cometido contra a saúde pública no Brasil.

Em três dos mais desenvolvidos e ricos estados do País, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, todos governados pelo PSDB, e no Distrito Federal, durante a gestão do DEM, os recursos do SUS têm sido aplicados, ao longo dos últimos quatro anos, no mercado financeiro.

A manobra serviu aparentemente para incrementar programas estaduais- de choques de gestão, como manda a cartilha liberal, e políticas de déficit zero, em detrimento do atendimento a uma população estimada em 74,8 milhões de habitantes. O Denasus listou ainda uma série de exemplos de desrespeito à Constituição Federal, a normas do Ministério da Saúde e de utilização ilegal de verbas do SUS em outras áreas de governo. Ao todo, o prejuízo gerado aos sistemas de saúde desses estados passa de 6,5 bilhões de reais, sem falar nas consequências para seus usuários, justamente os brasileiros mais pobres.

As auditorias, realizadas nos 26 estados e no DF, foram iniciadas no fim de março de 2009 e entregues ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em 10 de janeiro deste ano. Ao todo, cinco equipes do Denasus percorreram o País para cruzar dados contábeis e fiscais com indicadores de saúde. A intenção era saber quanto cada estado recebeu do SUS e, principalmente, o que fez com os recursos federais. Na maioria das unidades visitadas, foi constatado o não cumprimento da Emenda Constitucional nº 29, de 2000, que obriga a aplicação em saúde de 12% da receita líquida de todos os impostos estaduais. Essa legislação ainda precisa ser regulamentada.

Ao analisar as contas, os técnicos ficaram surpresos com o volume de recursos federais do SUS aplicados no mercado financeiro, de forma cumulativa, ou seja, em longos períodos. Legalmente, o gestor dos recursos é, inclusive, estimulado a fazer esse tipo de aplicação, desde que antes dos prazos de utilização da verba, coisa de, no máximo, 90 dias. Em Alagoas, governado pelo também tucano Teotônio Vilela Filho, o Denasus constatou operações semelhantes, mas sem nenhum prejuízo aos usuários do SUS. Nos casos mais graves, foram detectadas, porém, transferências antigas de recursos manipulados, irregularmente, em contas únicas ligadas a secretarias da Fazenda. Pela legislação em vigor, cada área do SUS deve ter uma conta específica, fiscalizada pelos Conselhos Estaduais de Saúde, sob gestão da Secretaria da Saúde do estado.

O primeiro caso a ser descoberto foi o do Distrito Federal, em março de 2009, graças a uma análise preliminar nas contas do setor de farmácia básica, foco original das auditorias. No DF, havia acúmulo de recursos repassados pelo Ministério da Saúde desde 2006, ainda nas gestões dos governadores Joaquim Roriz, então do PMDB, e Maria de Lourdes Abadia, do PSDB. No governo do DEM, em vez de investir o dinheiro do SUS no sistema de atendimento, o ex-secretário da Saúde local Augusto Carvalho aplicou tudo em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). Em março do ano passado, essa aplicação somava 238,4 milhões de reais. Parte desse dinheiro, segundo investiga o Ministério Público Federal, pode ter sido usada no megaesquema de corrupção que resultou no afastamento e na prisão do governador José Roberto Arruda.

Essa constatação deixou em alerta o Ministério da Saúde. As demais equipes do Denasus, até então orientadas a analisar somente as contas dos anos 2006 e 2007, passaram a vasculhar os repasses federais do SUS feitos até 2009. Nem sempre com sucesso. De acordo com os relatórios, em alguns estados como São Paulo e Minas os dados de aplicação de recursos do SUS entre 2008 e 2009 não foram disponibilizados aos auditores, embora se tenha constatado o uso do expediente nos dois primeiros anos auditados (2006-2007). Na auditoria feita nas contas mineiras, o Denasus detectou, em valores de dezembro de 2007, mais de 130 milhões de reais do SUS em aplicações financeiras.

O Rio Grande do Sul foi o último estado a ser auditado, após um adiamento de dois meses solicitado pelo secretário da Saúde da governadora tucana Yeda Crusius, Osmar Terra, do PMDB, mesmo partido do ministro Temporão. Terra alegou dificuldades para enviar os dados porque o estado enfrentava a epidemia de gripe suína. Em agosto, quando a equipe do Denasus finalmente desembarcou em Porto Alegre, o secretário negou-se, de acordo com os auditores, a fornecer as informações. Não permitiu sequer o protocolo na Secretaria da Saúde do ofício de apresentação da equipe. A direção do órgão precisou recorrer ao Ministério Público Federal para descobrir que o governo estadual havia retido 164,7 milhões de recursos do SUS em aplicações financeiras até junho de 2009.


O dinheiro, represado nas contas do governo estadual, serviu para incrementar o programa de déficit zero da governadora, praticamente único argumento usado por ela para se contrapor à série de escândalos de corrupção que tem enfrentado nos últimos dois anos. No início de fevereiro, o Conselho Estadual de Saúde gaúcho decidiu acionar o Ministério Público Federal, o Tribunal de Contas do Estado e a Assembleia Legislativa para apurar o destino tomado pelo dinheiro do SUS desde 2006.


Ainda segundo o relatório, em 2007 o governo do Rio Grande do Sul, estado afetado atualmente por um surto de dengue, destinou apenas 0,29% dos recursos para a vigilância sanitária. Na outra ponta, incrivelmente, a vigilância epidemiológica recebeu, ao longo do mesmo ano, exatos 400 reais do Tesouro estadual. No caso da assistência farmacêutica, a situação ainda é pior: o setor não recebeu um único centavo entre 2006 e 2007, conforme apuraram os auditores do Denasus.

Com exceção do DF, onde a maioria das aplicações com dinheiro do SUS foi feita com recursos de assistência farmacêutica, a maior parte dos recursos retidos em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul diz respeito às áreas de vigilância epidemiológica e sanitária, aí incluído o programa de combate à Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Mas também há dinheiro do SUS no mercado financeiro desses três estados que deveria ter sido utilizado em programas de gestão de saúde e capacitação de profissionais do setor.

Informado sobre o teor das auditorias do Denasus, em 15 de fevereiro, o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior, colocou o assunto em pauta, em Brasília, na terça-feira 23. Antes, pediu à Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, à qual o Denasus é subordinado, para repassar o teor das auditorias, em arquivo eletrônico, para todos os 48 conselheiros nacionais. Júnior quer que o Ministério da Saúde puna os gestores que investiram dinheiro do SUS no mercado financeiro de forma irregular. “Tem muita coisa errada mesmo.”


No caso de São Paulo, a descoberta dos auditores desmonta um discurso muito caro ao governador José Serra, virtual candidato do PSDB à Presidência da República, que costuma vender a imagem de ter sido o mais pródigo dos ministros da Saúde do País, cargo ocupa-do por ele entre 1998 e 2000, durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Segundo dados da auditoria do Denasus, dos 77,8 milhões de reais do SUS aplicados no mercado financeiro paulista, 39,1 milhões deveriam ter sido destinados a programas de assistência farmacêutica, 12,2 milhões a programas de gestão, 15,7 milhões à vigilância epidemiológica e 7,7 milhões ao combate a DST/Aids, entre outros programas.


Ainda em São Paulo, o Denasus constatou que os recursos federais do SUS, tanto os repassados pelo governo federal como os que tratam da Emenda nº 29, são movimentados na Conta Única do Estado, controlada pela Secretaria da Fazenda. Os valores são transferidos imediatamente para a conta, depois de depositados pelo ministério e pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS), por meio de Transferência Eletrônica de Dados (TED). “O problema da saúde pública (em São Paulo) não é falta de recursos financeiros, e, sim, de bons gerentes”, registraram os auditores.


Pelos cálculos do Ministério da Saúde, o governo paulista deixou de aplicar na saúde, apenas nos dois exercícios analisados, um total de 2,1 bilhões de reais. Destes, 1 bilhão, em 2006, e 1,1 bilhão, em 2007. Apesar de tudo, Alckmin e Serra tiveram as contas aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. O mesmo fenômeno repetiu-se nas demais unidades onde se constatou o uso de dinheiro do SUS no mercado financeiro. No mesmo período, Minas Gerais deixou de aplicar 2,2 bilhões de reais, segundo o Denasus. No Rio Grande do Sul, o prejuízo foi estimado em 2 bilhões de reais.



CartaCapital solicitou esclarecimentos às secretarias da Saúde do Distrito Federal, de São Paulo, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Em Brasília, em meio a uma epidemia de dengue com mais de 1,5 mil casos confirmados no fim de fevereiro, o secretário da Saúde do DF, Joaquim Carlos Barros Neto, decidiu botar a mão no caixa. Oriundo dos quadros técnicos da secretaria, ele foi indicado em dezembro de 2009, ainda por Arruda, para assumir um cargo que ninguém mais queria na capital federal. Há 15 dias, criou uma comissão técnica para, segundo ele, garantir a destinação correta do dinheiro do SUS para as áreas originalmente definidas. “Vamos gastar esse dinheiro todo e da forma correta”, afirma Barros Neto. “Não sei por que esses recursos foram colocados no mercado financeiro.”

O secretário da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, afirma jamais ter negado atendimento ou acesso à documentação solicitada pelo Denasus. Segundo Terra, foram os técnicos do Ministério da Saúde que se recusaram a esperar o fim do combate à gripe suí-na no estado e se apressaram na auditoria. Mesmo assim, garante, a equipe de auditores foi recebida na Secretaria Estadual da Saúde. De acordo com ele, o valor aplicado no mercado financeiro encontrado pelos auditores, em 2009, é um “retrato do momento” e nada tem a ver com o fluxo de caixa da secretaria. Terra acusa o diretor do Denasus, Luís Bolzan, de ser militante político do PT e, por isso, usar as auditorias para fazer oposição ao governo. “Neste ano de eleição, vai ser daí para baixo”, avalia.

Em nota enviada à redação, a Secretaria da Saúde de Minas Gerais afirma estar regularmente em dia com os instrumentos de planejamento do SUS. De acordo com o texto, todos os recursos investidos no setor são acompanhados e fiscalizados por controle social. A aplicação de recursos do SUS no mercado financeiro, diz a nota, é um expediente “de ordem legal e do necessário bom gerenciamento do recurso público”. Lembra que os recursos de portarias e convênios federais têm a obrigatoriedade legal da aplicação no mercado financeiro dos recursos momentaneamente disponíveis.


Também por meio de uma nota, a Secretaria da Saúde de São Paulo refuta todas as afirmações constantes do relatório do Denasus. Segundo o texto, ao contrário do que dizem os auditores, o Conselho Estadual da Saúde fiscaliza e acompanha a execução orçamentária e financeira da saúde no estado por meio da Comissão de Orçamento e Finanças. Também afirma ser a secretaria a gestora dos recursos da Saúde. Quanto ao investimento dos recursos financeiros, a secretaria alega cumprir a lei, além das recomendações do Tribunal de Contas do Estado. “As aplicações são referentes a recursos não utilizados de imediato e que ficariam parados em conta corrente bancária.” A secretaria também garante ter dado acesso ao Denasus a todos os documentos disponíveis no momento da auditoria.


publicado por aecioneves | Quarta-feira, 06 Julho , 2011, 17:01
explosão de bueiros no rio de janeiro,rj aecio neves


Alô, bloco "Minas sem censura":

A explosão de bueiros no Rio de Janeiro, nas instalações da concessionária de eletricidade Light, tem um responsável político direto: Aécio Neves (PSDB/MG).

Vamos entender o caso:

1996, Maio - Serra privatizou a Light quando conduziu o programa neoliberal de privatização no governo FHC, como ministro do planejamento, alegando que mão invisível do mercado é que tinha dinheiro para investir.

1996 a 2009 - A Light privatizada, sofreu todo tipo de especulação, trocou de mãos diversas vezes depois de privatizada, e deixou de investir na manutenção da rede e na troca de equipamentos antigos, com "prazo de validade" vencido, que estão explodindo em série.

2009, Dezembro - Aécio Neves (PSDB/MG), quando era governador de Minas, recomprou o controle da Light (que pertencia à Andrade Gutierrez), através da CEMIG. Agora ele é o responsável político direto pela lerdeza da empresa em fazer manutenção de equipamentos que colocam a população em risco.

Conclusão: A Andrade Gutierrez e os acionistas anteriores deixaram parte da rede da Light "apodrecer", tirando dividendos da empresa, sem reinvestir o necessário em manutenção. Venderam a empresa "bichada" pelo preço de nova ao então governador mineiro, passando a sucata para a conta do estado (através da CEMIG) pagar o conserto caro que terá que fazer, e que não foi feito em mais de uma década privatizada.

Esse é o choque de gestão demo-tucano. Privatizam os lucros para os magnatas amigos dos bicudos e socializam os prejuízos para o povão pagar a conta.
Fonte:OS Amigos do presidente Lula


publicado por aecioneves | Quinta-feira, 30 Junho , 2011, 19:39
Jose Serra obedecendo o Aecio neves

Notícia publicado no jornal Folha de São Paulo. Na primeira reunião do Conselho Político do PSDB sob a presidência do ex-governador José Serra, o tucano sugeriu que o partido divulgue uma dura análise de conjuntura contra o atual governo. O texto inicial produzido pelo próprio Serra afirma que o País está “sem rumo claro” e é dirigido com hesitação quando se trata de questões econômicas. A proposta será submetida ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que ontem não estava presente na reunião, e a versão final será divulgada apenas amanhã, por orientação de Serra.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que será homenageado hoje de manhã pelos 80 anos completados no dia 18 passado, em solenidade preparada pelo PSDB no auditório Petrônio Portela do Senado, também participou da reunião. Indagado sobre o documento acordado pelos conselheiros, Fernando Henrique disse que aprovou o tom “objetivo” adotado e acrescentou: “Eu sigo o Serra”. Bem-humorado, destacou que o conselho não personalizou críticas a ninguém e encerrou a entrevista: “Agora chega. Vocês querem que eu fale mal da minha presidenta?”

Sérgio Guerra definiu a primeira manifestação do conselho como “uma crítica mais organizada ao conjunto do governo”.

Quando os jornalistas insistiram em saber de Fernando Henrique como o governo petista tem tratado a herança deixada por ele, o ex-presidente respondeu: “Como em toda herança, você pode perdê-la ou aumenta-la. Algumas coisinhas foram perdidas, e em outras houve ganho. É natural, assim é a vida”.

Combatividade. Serra defendeu a tese de que o PSDB seja preparado para tornar-se um partido “mais combativo em todo o Brasil” e observou que ainda falta “avançar muito” nesse quesito. Por isso mesmo, a ideia é que o Conselho Político se reúna a cada dois meses e apresente análises de conjuntura como a que será divulgada amanhã. Todos os documentos produzidos pelos conselheiros deverão ser enviados aos diretórios estaduais do PSDB para que sejam debatidos pela militância em todo o País. “Temos de politizar mais as ações partidárias”, disse Serra.

Quem representou os governadores no conselho foi Marconi Perillo, de Goiás. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que participa do colegiado na condição de ex-candidato a presidente, apresentou proposta de criação de um “gabinete-sombra” para acompanhar e fiscalizar as ações do governo, mas destacou que nomear 40 técnicos para acompanhar cada ministério seria um exagero. “Teremos uma equipe organizada por setores centrais que vão nos balizar para o partido fiscalizar o governo e atualizar suas políticas”, anunciou Guerra ao fim do encontro.

Fonte:OS amigos do Brasil


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