O verdadeira Aecio Neves e seu pupilo Antonio Anastasia do PSDB escondido e blindado por trás da mídia Golpista,e da imprensa censurada mineira e pela mídia convencional que ajuda a esconder a corrupção do PSDB
publicado por aecioneves | Segunda-feira, 04 Abril , 2016, 21:31

Porta dos Fundos revela fim de delação contra PSDB, golpistas querem censurar

 

O Porta dos Fundos publicou neste sábado (2) um vídeo no qual simula como funciona uma delação de um parlamentar com acusações contra o PSDB; protagonizado pelos atores Gregório Duvivier e Fábio Porchat, o episódio mostra um policial federal sem qualquer interesse nas diversas provas que um deputado apresenta contra políticos tucanos de desvios de dinheiro na Petrobras e na Vale; o PF só se interessa pelo que o parlamentar está falando quando ele cita a palavra "lula", numa referência a um jantar com "arroz de lula"; é o suficiente para que o policial mande expedir o mandado de prisão; ao final, Lula e sua "comparsa" Dilma terminam indiciados; veja o vídeo

247 - O Porta dos Fundos publicou um vídeo neste sábado (2), protagonizado pelos atores Gregório Duvivier e Fábio Porchat, no qual simula como seria uma delação de um parlamentar com acusações contra o PSDB.

Na cena, o policial federal (Duvivier) não demonstra qualquer interesse nas diversas provas que o deputado (Porchat) apresenta contra políticos tucanos de desvios de dinheiro na Petrobras e na Vale.

Diante de várias acusações contra parlamentares do PSDB, o PF diz que daquele jeito, ele não conseguirá voltar para casa.

A última prova apresentada pelo deputado é uma conta em um restaurante francês, de cujo encontro participaram "pessoas do PSDB e do PMDB", que jantaram "arroz de lula".

O policial se anima com a "referência" a Lula e já manda expedir o mandado de prisão.

Ao final do vídeo, o PF pergunta: "Do que você precisa? De uma (com som de "dilma") panela?".

Com a insistência do policial, o delator começa a repetir "de uma" até que o som fique exatamente igual a "Dilma".

Satisfeito, o policial diz: "pode emitir o outro mandato. Está presa a comparsa dele também".

Veja o vídeo:

 Inscrever no Canal para combater a censura dos golpistas https://www.youtube.com/channel/UCEWHPFNilsT0IfQfutVzsag

Vejam isso ocorrendo na vida real com a delação contra o Aecio Neves e MPF e Moro só queriam saber do DIrceu, vídeo que pode ter inspirado essa produção

 


MPF e Sergio Moro ignoram denuncias contra... por psdbcensuradopeloyoutube


publicado por aecioneves | Segunda-feira, 10 Outubro , 2011, 15:02
Aécio Neves tenta justificar o papel que a mídia e os setores conservadores(O PIG) lhe outorgaram: um futuro candidato à Presidência com capacidade de enganar os desatentos
senador Aecio Neves PSDB MG engana o povoO programa É Notícia da REDETV! do último domingo mostrou toda a insegurança de Aécio Neves, que para mim é uma versão bastante melhorada do ex-governador paraibano cassado Cássio Cunha Lima (PSDB). Ao contrário deste, ele passa a  impressão de ser uma ótima pessoa; mas, sua personalidade ideológica o coloca entre os mais competentes enganadores da política brasileira.

Preocupado em ser mais incisivo nas críticas ao PT, recorre a argumentos falidos, como o do aparelhamento do Estado, o da corrupção e o fato de ter sido o Plano Real (sem dúvida, um marco valioso na evolução da economia do País) implementado e consolidado nas eras Itamar e FHC.
Leia também:
Abaixo, reproduzo o vídeo com a íntegra do programa. A quem interessar, vale conferir com visão e tato bastante críticos que a carcaça não corresponde às intenções e aos sentidos.


publicado por aecioneves | Sábado, 01 Outubro , 2011, 04:17

do blog Historia para boi Acordar

 

Por Altamiro Borges

Aécio Neves, candidato preferencial do PSDB à sucessão presidencial de 2014, expressa bem a total ausência de idéias e projetos da oposição demotucana. No Senado, ele é uma decepção, segundo seus próprios pares. Seus discursos são vazios, enfadonhos. Já na Folha de S.Paulo, jornal que lhe cedeu espaço para uma coluna, os seus artigos são de uma mediocridade impressionante.

Nesta semana, o senador resolveu falar sobre economia. Quando a própria mídia rentista passa a reconhecer a gravidade da crise mundial e alguns “calunistas” até recuam nas suas críticas à recente redução da taxa de juros, ele escreve um artigo, intitulado “Inflação”, para atacar a decisão do Banco Central. Sua coluna na Folha até podia ser batizada de “As platitudes de Aécio Neves”.

 

Os desgastados chavões neoliberais

 

Para o brilhante “economista” tucano, a redução dos juros é uma “medida inflacionária”. Ela sinalizaria que “o governo extinguiu a bem sucedida política – aqui e no mundo – de metas de inflação, inaugurada no Brasil em 1999… Nada justifica o retorno a políticas voluntaristas que emperraram no passado o crescimento da nossa economia”.

Além de bajular o governo do seu padrinho FHC, que colocou o Brasil de joelhos diante do Fundo Monetário Internacional (FMI), Aécio Neves repete velhos e desgastados chavões neoliberais. Ele insinua que o governo estaria dando uma guinada “abrupta” na política macroeconômica, superando o tripé ortodoxo dos juros elevados, superávit fiscal e libertinagem cambial.

 

“Propaganda eleitoral gratuita”

 

Na prática, o texto é uma cópia rastaqüera das conclusões do seminário do Instituto FHC de agosto passado. Nele, os economistas tucanos defenderam a radicalização do programa neoliberal, pregando “menos estado”, mais privatizações e “maior abertura” da economia brasileira. Ou seja: a coluna de Aécio Neves na Folha serve apenas como “propaganda eleitoral gratuita” do PSDB.

Quem afirma isto é a própria ombudsman do jornal, Suzana Singer, que detonou os textos do senador na sua coluna de domingo passado. “De 11 artigos do ex-governador tucano, pelo menos seis pareciam discurso de Congresso, com críticas nada originais ao governo federal e promoção de iniciativas de Minas Gerais”. As platitudes de Aécio Neves servem apenas de “palanque eleitoral”.

Postado por Miro


publicado por aecioneves | Sábado, 11 Junho , 2011, 17:03

mapa pesqueiro do brasil e parques pesqueiros agrícolas
O senador Aécio Neves (PSDB/SP) continua com o pensamento no século passado, propondo um choque e pavor de gestão: acabar com o ministério da pesca adotando o estado mínimo.

É um erro de visão rudimentar, para um país que tem uma amazônia azul, tamanha a extensão da costa marítima, e passou 500 anos produzindo menos peixe do que a pequena Islândia.

E não é porque Minas Gerais não tem mar, que a pesca não interessa aos mineiros. Em Minas já foram criados pelo Ministério da Pesca 2 parques de criação e pesca em água doce, nos grandes reservatórios das hidrelétricas de Furnas e de Três Marias.

Fonte:BLOG Os Amigos do Brasil

 

 

É lógico que ele não sabe do setor pesqueiro de Minas,foi um péssimo Governador como seus colegas Tucanos ,As principais obras de Minas advem do Governo federal e também o fato dele não estar em Minas já que mora num Luxuoso bairro do Rio., além de seu objetivo principal e de seus colegas atrapalhar as obras do Governo da presidenta Dilma,como tentararm fazer nos oito anos do Governo do Presidente Lula.

Vale lembrar que ele quer detonar o setor pesqueiro para corte de despesas ,mas ele próprio gastou mais de 1 Bilhão e 200 Milhões (+ de R$1.200.000.000,00) na inútil obra faraônica Cidade Administrativa


publicado por aecioneves | Sábado, 11 Junho , 2011, 16:26

Depois do Ex-Presidente FHC chamar os aposentados de Vagabundos e recomendar a aliados se manter longe do Povão  ,o atual líder do Partido no Senado  de Alckmin , Serra  e Aécio Neves o Senador Fofoqueiro Álvaro Dias(PSDB-PR) mostra realmente o que o partido pensa dos beneficiários do Bolsa Família.

 

Vídeo censurado pelo Youtube e o PSDB vejam outro abaixo

Álvaro Dias e o preconceito do PSDB contra o Bolsa Família e contra os pobres. from forapsdb on Vimeo.

 

Em entrevista ao programa Roda Viva, o senador Álvaro Dias (PSDB/PR) revelou o pensamento tucano sobre o programa Bolsa-Família:
"O Bolsa Família não tira ninguém da miséria. Mantém na miséria, porque ESTIMULA A PREGUIÇA, inclusive... há gente que NÃO QUER TRABALHAR porque não quer ter carteira assinada para não perder o Bolsa Família,essa é uma verdade" - disse o tucano.
Marília Gabriela, cujos patrões no Roda Viva é o governo tucano do Estado de São Paulo, entrou em pânico com a mancada, e soou o gongo antes da hora, impedindo o tucano de divagar mais suas idéias preconceituosas de tucanos que não gostam de pobres. Se deixasse o senador falar mais um pouco acabaria chamando de "bolsa-esmola".

Repare com Reinaldo Azevedo (PIG Veja) até abaixa a cabeça, desolado...

Álvaro Dias, é líder do PSDB no Senado, por isso fala pelo partido.
E foi o candidato "puro-sangue" a vice-presidente de José Serra (PSDB/SP), por um dia, nas eleições de 2010, até ser substituído por Indio da Costa (ex-DEMos/RJ).

Como senador ocioso, que não produz nada para o país, pelo contrário, atrapalha conspirando contra o governo escolhido pelo povo, ganha R$ 26 mil por mês, e tem a cara-de-pau de chamar de preguiçoso uma pessoa do bolsa-família que recebe algo entre R$ 32,00 e R$ 70,00 per-capta.

Fonte:BLOG Porque não Votar em geraldo Alckmin e José Serra 


Enviem seu repúdio a isso CLICANDO AQUI

 


publicado por aecioneves | Quinta-feira, 26 Maio , 2011, 19:17
“Eu venho aqui (...) como companheiro da oposição para dizer que precisamos estar cada vez mais vigilantes contra o processo gravíssimo de desindustrialização da economia brasileira que já nos assusta a todos.” (Aécio Neves – em ato de I de maio em São Paulo)
“Macaco senta no próprio rabo, para falar do rabo dos outros.”(Ditado popular)
Destacamos em epígrafe trecho da fala do ex-governador e atual senador Aécio Neves (PSDB) numa das comemorações do I Maio de 2010, em São Paulo. O tema da desindustrialização é sério e perpassou vários discursos, dos vários partidos e candidatos nas eleições de 2010, pelo Brasil afora. Menos o de Aécio, quando candidato ao senado. Tivesse ele a ousadia de mencionar o tema naquela época, talvez o balanço, não só da desindustrialização, mas de sua consequência imediata, a reprimarização da economia mineira, expusesse a “ilha da fantasia” que se forjou nas Alterosas, por obra de uma inigualável máquina de propaganda.
Com a palavra, Olavo Machado Júnior
Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – FIEMG -   Olavo Machado, comparecendo a evento promovido pela Assembleia Legislativa , foi enfático: suas palavras iriam provocar um “choque de realidade” sobre a economia do estado. Criticando “os discursos grandiosos” sobre a indústria regional, o insuspeito presidente da FIEMG traça um quadro dramático de Minas. Em termos bem sintéticos e esquemáticos, eis o diagnóstico que ele faz do estado governado por sete anos e três meses, pelo tucano Aécio Neves:
- Nos próximos 20 anos, o Mundo e o Brasil crescem, e Minas não está preparada disputar mercados. Falta investimento em inovação, infraestrutura, logística, em capacitação e formação profissional, ausência de política estadual de crédito etc, que geram perda de competitividade e consolidam nossa dependência da exportação de commodities (minério e produtos agrícolas). - Das 120 mil empresas industriais do estado, 62 mil “não geram emprego algum na indústria”; 30 mil possuem “de 1 a 4 empregos”; 22 mil tem até 29 empregos formais; em suas palavras “mais de 90% desse universo imenso de empresas não apresentam produtividade, escala e inovação em processos e produtos para operar e concorrer globalmente”. E ressalta que os indicadores da economia brasileira demonstram a ampliação exponencial do consumo de massa, o que exigiria “um efetivo e consistente processo de desenvolvimento econômico e social”, para que Minas disputasse parcela desse mercado emergente. - A produtividade da “nossa indústria” está 5% abaixo da média brasileira e 20% da paulista; e é inferior à média nacional em 69 setores, sendo que em 25 destes, essa menor produtividade ainda manifesta “comportamento de queda” nos últimos 10 anos. O Valor da Transformação Industrial – VTI – mineiro é 20% inferior à média nacional e 40% menor na relação com São Paulo. As gigantes estatais mineiras (CEMIG, COPASA, CODEMIG) fizeram compras “mínimas ou insignificantes” de fornecedores mineiros. A carga tributária estadual é “excessiva e concentrada”. Enfim, as propostas da FIEMG para a superação desse quadro poderiam ter sido adotadas há oito anos, impactando a condição atual da competitividade da economia regional: readequação tributária, formação e capacitação profissional, política creditícia, incentivos estaduais e municipais diversos etc. Sua excelência, o senador Aécio Neves, ainda que não seja, de fato, um economista (na verdade é apenas bacharel) tinha e tem conhecimento desses números. Sabe ele muito bem, portanto, o que significa desindustrialização. Ao falar desse fenômeno brasileiro, que é ameaça real, deveria mencionar a condição de “vanguarda” do estado por ele governado, no citado processo.
Da desindustrialização à reprimarização da economia mineira
A revista Mercado Comum , nº 216, traz “Os números da economia mundial, brasileira e mineira” de forma minuciosa, ampla, com análises qualificadas e opiniões de lideranças empresariais e políticas. Sem prejuízo dos justos destaques daquilo que é de responsabilidade federal e até mesmo mundial, como no caso dos artifícios cambiais da China, a revista apresenta uma unanimidade: Minas está aquém de si mesma, do Brasil e do mundo. Analisando informações disponibilizadas por órgãos federais, pesquisas realizadas pela Fundação João Pinheiro -FJP- (do governo mineiro), pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional de Minas Gerais -CEDEPLAR-UFMG- e fontes exclusivas do meio empresarial, a citada publicação consolida o “choque de realidade” proposto Olavo Machado anteriormente. O incomum conceito da “reprimarização” ganha significado agora: Minas apresenta uma disparidade enorme e crescente, quando se compara nossa pauta exportações e ali decresce o peso de produtos com valor agregado, na relação com os produtos primários (minério e agrícolas). Ou seja, a desindustrialização mineira tem como resultante a chamada “reprimarização”. Mesmo o crescimento do PIB em 2010 (10,9%), festejado como prova do dinamismo da economia regional, tem explicações simples e diretas: a demanda por minério de ferro pela China. Não fosse esse fator exógeno, nada poderia ser motivo de tanta alegria. Olavo Machado, agora em entrevista à referida edição da “Mercado Comum” responde pergunta que trata desse crescimento atípico: “Sempre me preocupei com avaliações feitas por média, uma vez que não contemplam toda a verdade dos fatos, inclusive suas distorções. Cada vez mais, devemos nos conscientizar de que são a microeconomia e economia local que nos dão a exata dimensão do que ocorre.” Para o presidente da FIEMG, estados onde a economia é mais intensiva, ou seja, pouco diversificada, é que sofreram mais com a crise. “Este é o caso de Minas, impactado de forma ainda mais forte por duas razões principais: por ter sua indústria mais concentrada em commodities minerais e agrícolas, cuja demanda mundial retraiu-se na fase mais aguda da crise, e que tem participação na formação do PIB estadual maior do que a média brasileira (32% contra 28%)”. Enfim, esta é a realidade mineira: se a ameaça de desindustrialização no Brasil é grande, regionalmente já se configura o fenômeno da reprimarização, como consequência de nosso processo específico da desindustrialização. Portanto, se Aécio Neves está preocupado com um eventual fenômeno nacional, poderia ele levar ao Senado o debate, sob a ótica do estado governado pelas suas mãos, por mais de sete anos. Deveria ele também explicar a mágica da “Minas virtual”, que propagandeou um “déficit zero” nas contas do governo (equilíbrio entre receita e despesa), excluindo a incômoda “Dívida Pública Total” do estado: R$ 67.812.919.776,51 em 31/12/2010. Ou seja, um “papagaio” de 68 bilhões que, no calote de informações tucano, são excluídos dos balanços políticos de seu governo e de seu sucessor. Os partidos que hoje compõem o bloco Minas Sem Censura já tem registrado nos anais da Assembleia Legislativa, ao longo dos últimos oito anos, esse quadro dramático. Atualmente, a força da realidade é tão grande, que nem o controle dos Neves sobre certas instituições do estado consegue segurar a verdade. Como no filme “Matrix” (dos irmãos Wachowisk) os tucanos mineiros impuseram uma imagem virtual, por sobre a realidade mineira. Parafraseando Morpheus, o líder da resistência dos humanos contra as máquinas na citada trilogia, depois do tal choque de gestão e do déficit zero propagandeado por Aécio e sua turma, convidamos a todos e todas: “Bem vindos ao deserto do real”.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Bloco Minas sem Censura

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