O verdadeira Aecio Neves e seu pupilo Antonio Anastasia do PSDB escondido e blindado por trás da mídia Golpista,e da imprensa censurada mineira e pela mídia convencional que ajuda a esconder a corrupção do PSDB
publicado por aecioneves | Domingo, 08 Novembro , 2015, 23:17

Colaborador de Aécio doa R$ 1,5 mi para projeto de Neymar, que apoiou candidato tucano

O Instituto Projeto Neymar Jr., mantido pelo atacante do Barcelona em Praia Grande, no litoral paulista, captou R$ 1,5 milhão com a empresa Titans Group através da Lei de Incentivo ao Esporte. A companhia tem entre seus sócios o publicitário Mino Mazzamati, que trabalhou na campanha de Aécio Neves à presidência em 2014.

A Titans realizou dez repasses entre os dias 21 de agosto e 29 de outubro, todos com o mesmo valor de R$ 150 mil. O total é superior ao que o projeto havia arrecadado até então: R$ 1,385 milhão. Assim, o instituto se aproxima do que foi aprovado para captação. A entidade arrecadou R$ 2,885 milhões dos R$ 3,09 milhões permitidos.

Mazzamati é apontado como um dos principais coordenadores da campanha digital de Aécio no ano passado. Ele teria atuado na criação do portal e do perfil no Twitter do candidato, que ainda não tinha presença na rede social.

Em outubro de 2014, às vésperas do segundo turno, Neymar declarou apoio ao presidenciável do PSDB. O jogador publicou um vídeo em seus canais na internet.

– Eu vou apoiar o candidato Aécio Neves, por que me identifico muito com a proposta que ele tem para o Brasil – afirmou o camisa 10 da Seleção.

Além da Titans, o projeto de Neymar arrecadou outros R$ 530 mil com a Sabesp, a companhia de saneamento básico do Estado de São Paulo.

A Lei de Incentivo ao Esporte permite o repasse de parte do Imposto de Renda devido. Empresas podem doar até 1% do valor, porcentagem que sobe para 6% para pessoas físicas.

*Por Leonardo Lourenço

 

 


publicado por aecioneves | Terça-feira, 13 Setembro , 2011, 13:41

Aécio Neves está contando os dias para a Copa do Mundo de 2014. Em seu texto publicado na FSP (12/09/2011) ele diz que faltam mil. Os indícios dos problemas em relação à Copa, no Brasil, seriam os atrasos nas obras dos aeroportos, dos estádios e do sistema viário. Ele reclama do Regime Diferenciado de Contratação (RDC) que tramita no Congresso e que visa, dentre outras coisas, evitar a combinação de preços entre empreiteiras. Faz eco, dessa forma, com a reclamação... das empreiteiras.

 

Na sequência, ele insinua que os atrasos, somados aos problemas de gestão e planejamento gerariam medidas emergenciais que podem resultar em corrupção.

Reiteramos ao senador tucano: De te fabula narratus. Essa fábula fala de ti!
Em meados de junho de 2011, veio a público um relatório técnico do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, elaborado por auditores, que apontou gravíssimas irregularidades nas obras do Mineirão. Sabe-se da diferença entre um relatório técnico elaborado por um servidor concursado e de carreira, e a opinião do “conselheiro” indicado politicamente pelo próprio governante.

Os fortes indícios de superfaturamento, a inexigibilidade de licitação para um escritório de arquitetura fazer um projeto básico, o próprio custo desse projeto (cerca de 18 milhões de Reais), pagamentos antecipados (o que é terminantemente proibido) etc, foram amplamente noticiados à época. Isso tudo, constatado em uma auditoria feita num montante ainda restrito de desembolsos realizados.

O custo inicial das obras do Mineirão ficaria na casa de 400 milhões de Reais. Estima-se agora que podem chegar a 1 bi! Ou seja, quem é Aécio Neves para elocubrar sobre gestão, planejamento e transparência? Há, inclusive, a proposta de uma CPI na Assembleia Legislativa de Minas para apurar tais irregularidades. Evidentemente, sua base parlamentar impede a instalação da mesma.

Já seus elogios aos atributos das Parcerias Público Privadas, PPPs, são mera abstração “filosófica”. Não há nenhum exemplo de seu governo de que isso teria sido exitoso. O mais recente escândalo de suas experiências em PPPs é o que ele e seu sucessor tentam empurrar goela abaixo dos servidores do Estado de Minas Gerais: a transferência, até por 70 anos, de um grande edifício pertencente ao Instituto de Previdência dos Servidores (IPSEMG), localizado numa área nobre da região centro-sul de Belo Horizonte, por míseros 13 mil Reais mensais, a serem pagos depois de 30 meses de assinado o contrato. O grupo de seu amigo Fasano, , visando a Copa de 2014, assumiria a criação de um hotel de luxo na edificação. Pesquisas de mercado dão conta de que o preço do aluguel na citada região, para algo daquele porte, chegaria a 200 mil Reais!

Quem tem um "rabo" do tamanho do Mineirão, deve se cuidar ao falar do alheio.

Vi no Minas sem censura

aecio neves e a corrupção do estadio do mineirão


publicado por aecioneves | Segunda-feira, 29 Agosto , 2011, 14:24

do Blog Contexto Livre

 

 

Ricardo teixeira Aecio neves PSDB MG e cbf

 

Como esperado, algumas federações tentaram reprimir a manifestação de torcedores contra Ricardo Teixeira.

Os aliados do Imperador trabalharam rápido, na tentativa de esconder a indignação popular.
Andres Sanches conseguiu o intuito de minimizar o movimento nas “organizadas” corinthianas, que, covardes, não participaram.
Diferentemente das palmeirenses, que até mosaico gigante contra Ricardo Teixeira fizeram em Presidente Prudente.
Vale lembrar que o presidente da tal associação de “organizadas” que liderava o movimento era exatamente o dos “Gaviões da Fiel”, que, demonstrando submissão, e o rabo preso por uma ação “entre amigos” num distrito policial, não ousou desobedecer aquele que o “ajudou”.
Na Vila, torcedores do São Paulo inundaram o estadio e suas cercanias com a maior manifestação entre todas as torcidas, enquanto as “organizadas” do Peixe, antes inimigas de Luis Álvaro, seguiram suas ordens de não afrontar àquele a quem o presidente santista beija as mãos.
Em Minas Gerais, Aécio Neves, amigo do Barão, impediu que as faixas entrassem no estádio, orientando ainda os policiais a darem constrangedoras explicações à imprensa.
Enquanto isso, a Rede Globo esforçava-se para não colocar em sua telinha sequer um cartaz, abusando de imagens fechadas e, por vezes, desfocadas.
Essa gente não percebeu ainda que é justamente a repressão que alimenta a indignação, motivo pelo qual não tenho dúvidas de que o “Fora Ricardo Teixeira” crescerá ainda mais nos próximos dias.

publicado por aecioneves | Sexta-feira, 01 Julho , 2011, 15:23
Aecio neves PSDB MG e Ricardo teixeira CBF ladrão

Alô bloco “Minas sem censura”, vejam só essa: A Tv Record levou ao ar reportagem mostrando que o Ministério Público quer de volta os R$ 9 milhões que o governo do Distrito Federal (na gestão de José Roberto Arruda) gastou para promover um jogo da seleção brasileira contra Portugal em Brasília (DF), em um contrato com uma empresa que não prestou os serviços, e cuja sócia teve negócios com Ricardo Teixeira.

 

Este jogo em Brasília foi em novembro de 2008.

Poucos meses antes, em junho de 2008, o então governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB/MG), promoveu o jogo Brasil X Argentina no Mineirão.

Aécio reuniu-se com Ricardo Teixeira, em 14 de maio daquele ano, para fechar a “parceria” entre o governo de Minas e a CBF na promoção do jogo.

A própria assessoria de imprensa do governo Aécio (confira aqui) narrou as declarações após a reunião:

Na época Aécio declarou: ““Eu quero de público agradecer o presidente Ricardo Teixeira que, com demandas, com pedidos de todo o Brasil, mais uma vez, a segunda vez consecutiva, ele traz o principal jogo das Eliminatórias para Belo Horizonte.”

O então secretário de Estado de Esportes e da Juventude no governo de Aécio, Gustavo Corrêa, completou: ““Inúmeras cidades tinham interesse em sediar o jogo. Se não fosse a boa vontade do presidente Ricardo Teixeira e a ação firme do governo de Minas Gerais, Belo Horizonte poderia não ter sido confirmada como sede”.

O governo de Minas e a CBF também definiram uma programação com espetáculos musicais para a data da partida.  Houve shows da banda Skank no dia.

As perguntas que não querem calar são:

1) Qual foi essa “ação firme do governo de Minas” que ganhou a “boa vontade” de Ricardo Teixeira?

2) O “modus operandi” de promoção de jogos da CBF aplicado no governo de José Roberto Arruda foi ou não foi o mesmo aplicado no governo de Aécio Neves?

3) Quem foi a empresa promotora do jogo e do show? E quanto custou aos cofres públicos?

4) Quais as despesas foram bancadas pela Federação Mineira de Futebol?

Fonte:Saraiva 13 via Amigos do Brasil


publicado por aecioneves | Sábado, 18 Junho , 2011, 20:22

Já publicamos as irregularidades nas obras do Mineirão na gestão Aécio neves e Anastasia que foi tão escandaloso que até o PIG amordaçado MGTV publicou em seu telejornal Aecista ,claro sem mencionar o nome dos Tucanos uma suposta denúncia de contratação de obras sem licitação,o que além de enriquecer os politicos em questão(Aécio,Anastasia e pessoas ligadas)  favorece a um grupo de empresas encarecendo os serviços e diminuindo a qualidade dos serviços e só vantagen a proprietarios dessas empresas "ganhadoras"

 Fonte:Blog Historiaparaboiacordar

 


publicado por aecioneves | Sexta-feira, 17 Junho , 2011, 18:46

Do BLOG historia para boi acordar  via  Hoje Em Dia

TCE vê superfaturamento no Mineirão

O volume de recursos aplicados nas obras de reforma do estádio com indícios de irregularidades é de R$ 29 milhões

Ezequiel Fagundes – Repórter – 16/06/2011 – 10:35

Ausência de licitação pública, pagamentos por serviços não executados, desvio de objeto, jogo de planilha (esquema que permite aditivos de contratos sem necessidade) e superfaturamento. São as irregularidades verificadas pelo Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE-MG) nas obras de reforma do Estádio do Mineirão, conforme relatório obtido com exclusividade pelo Hoje em Dia. Segundo a documentação preparada pelo TCE, o volume de recursos aplicados com indícios de irregularidades é de exatos R$ 29.378.102,19, o que representa 6,8% do total da verba que será destinada para concluir a obra, orçada inicialmente pelo governo mineiro em R$ 426,1 milhões, mas que pode bater na casa de R$ 1 bilhão ao final da Parceria Público Privada (PPP) com o consócio Minas Arena, que inclui a HAP Engenharia, Egesa e a Construcap.

No relatório, o TCE aponta indícios de graves irregularidades no processo de licitação pública para a realização do projeto básico de engenharia e arquitetura do estádio. Pela quantia de R$ 17,8 milhões, foi contratado o escritório Gustavo Penna Arquiteto & Associados, com sede em Belo Horizonte, pelo sistema de inexigibilidade de licitação que, na prática, permite driblar a livre concorrência entre empresas. Por meio desse método, altamente questionável pelo Ministério Público Estadual (MPE), o Poder Público escolhe a dedo quem vai abocanhar contratos alegando que a firma vencedora possui notória capacidade técnica e presta serviços considerados exclusivos.

 Estádio MINEIRÃO aecio neves lucrando
Somente em contrato de aluguel de plataforma mecanizada foi detectado, segundo o relatório, pagamento de 114% a mais (Foto: Eugênio Moraes)

Entre as cidades-sede, o projeto básico do Mineirão, até o momento, é disparado o mais caro do Brasil. Para se ter uma noção, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, foi destinado somente R$ 5,3 milhões para o mesmo serviço. Na Bahia, no Estádio da Fonte Nova, o custo foi menor ainda: R$ 2,2 milhões, segundo cálculos da Controladoria Geral da União (CGU). “São fortes os indícios de prática de crime contra a licitação”, afirma o relatório.

Do montante fiscalizado, R$ 982.362,75 foi superfaturado. A irregularidade foi verificada numa série de contratos de fornecimento de material de construção e aluguel de serviços. No contrato de aluguel mensal de uma plataforma mecanizada, por exemplo, foram pagos R$ 24.017,94, enquanto o preço de mercado à época era de R$ 11.250, o que dá 114% a mais. Já no contrato de fornecimento, montagem e desmontagem de andaime metálico para a reforma da fachada do estádio foram pagos R$ 26,54 pelo metro quadrado, mas, segundo o TCE, o preço justo é de R$ 20,91.

Os contratos fechados sem qualquer comprovação de que os serviços foram prestados geraram um rombo de R$ 1.427.436,06 milhão. Entre os itens analisados, um deles salta aos olhos. Trata-se do contrato para lixamento mecânico de estruturas em concreto, que já consumiu R$ 423.224,40, mas não foi executado. Em intervenções consideradas essenciais, como as obras de recuperação da estrutura, o TCE encontrou o chamado jogo de planilha, que causou um dano ao erário de R$ 1.276.666,88 milhão.

Por esse sistema, as empresas adotam preços mais elevados em itens que podem ter acréscimos no decorrer da obra e preços mais baixos nos sujeitos a decréscimo, além de abrir caminho para sobrepreço nas etapas iniciais do cronograma e subpreço ao final da empreitada. Com isso, as empresas ganham as licitações com o argumento de que podem realizar a obra com preço mais baixo. Tempos depois, pressionam pela revisão para que as obras não sejam paralisadas. A Secretaria Extraordinária da Copa 2014 não comentou o assunto até o fechamento da edição.

Em nota, o Governo de Minas se limitou a informar que já prestou todos os esclarecimentos ao TCE, mas não quis divulgar quais foram as medidas tomadas.


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