O verdadeira Aecio Neves e seu pupilo Antonio Anastasia do PSDB escondido e blindado por trás da mídia Golpista,e da imprensa censurada mineira e pela mídia convencional que ajuda a esconder a corrupção do PSDB
publicado por aecioneves | Terça-feira, 21 Março , 2017, 15:01

Juiz Sergio Moro cochichando com Aecio Neves o proximo plano para perseguir o PT e deixar ele impune

O ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht e outros executivos do grupo disseram em acordo de delação premiada que acertaram junto com a Andrade Gutierrez o repasse de R$ 50 milhões ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) após vencerem o leilão para a construção da hidrelétrica Santo Antônio, em Rondônia, em dezembro de 2007.

Executivos que complementaram o depoimento de Marcelo afirmaram que a Odebrecht se comprometeu a pagar R$ 30 milhões, enquanto a Andrade Gutierrez se encarregou dos R$ 20 milhões restantes.

Os delatores não esclareceram se os valores alegados foram efetivamente pagos, segundo a Folha apurou.

Também não falaram em propina para descrever o acerto com Aécio.

Os depoimentos, ainda sob sigilo, embasaram pedidos de inquérito feitos na semana passada pela Procuradoria-Geral da República contra diversas autoridades.

No caso de Aécio, por ele ter foro privilegiado, a solicitação foi feita ao relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, que ainda não deu essa autorização.

Caso o inquérito seja autorizado, começa a fase de colheita de provas. Havendo indícios, a PGR oferece uma denúncia, que, se aceita pela Justiça, torna o investigado réu, dando início a um processo que culminará em julgamento.

O tucano afirma que “é absolutamente falsa a pretensa acusação”.

À época do leilão da usina Santo Antônio, no rio Madeira, em 2007, Aécio, embora fosse um dos principais nomes de oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que licitou a usina em Rondônia, estava no seu segundo mandato como governador de Minas Gerais e tinha sob seu comando uma das empresas que integravam o consórcio que ganhou a disputa, a Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais). A empresa de energia é controlada pelo governo mineiro até hoje.

Embora fora do governo federal, o tucano também mantinha influência sobre o principal investidor da usina, a empresa Furnas.

Essa relação é apontada por políticos como o ex-deputado Roberto Jefferson e o ex-senador Delcídio do Amaral, além de um lobista do PT que foi preso pela Lava Jato, Fernando Moura.

(…)

Da  Folha via DCM


publicado por aecioneves | Sexta-feira, 03 Março , 2017, 10:38
Em depoimento à Justiça Eleitoral, o empreiteiro afirma que o tucano fez o pedido em meio à disputa com Marina Silva na campanha de 2014

George Gianni / PSDB

Aécio Neves do PSDB pediu 15 milhões de reais na eleição de 2014, diz Odebrecht
Aécio: enroscado pelo depoimento de Odebrecht

 

 

Com o impeachment da petista, ao qual o PSDB se dedicou com afinco, a ação no Tribunal Superior Eleitoral, presidido por Gilmar Mendes(PSDB), se tornou uma espécie de "coringa" para os tucanos, e uma ameaça a Temer. Como deixou claro o senador Cássio Cunha Lima(PSDB) em uma entrevista, ela só avançaria caso o novo governo não andasse na linha.
Agora, em março de 2017, a ação volta para assombrar os tucanos. Conforme apurou CartaCapital, em depoimento no TSE, na quarta-feira 1º, o empresário Marcelo Odebrecht, dono da empreiteira que leva o nome de sua família, relatou diversas conversas com Aécio Neves e contou que o senador, presidente do PSDB e então candidato ao Palácio do Planalto, sempre pedia contribuições de campanha.
No início da disputa eleitoral, Odebrecht disse que Aécio Neves pediu 5 milhões de reais. Um outro pedido teria ocorrido no meio do primeiro turno, quando a disputa entre Aécio Neves(PSDB) e Marina Silva (REDE) estava bastante acirrada. Odebrecht afirmou que inicialmente negou o pedido do tucano, por considerar o valor muito alto, e que Aécio rebateu sugerindo como "alternativa" que os pagamentos fossem feitos aos seus aliados políticos.
As tratativas para o pagamento foram realizadas, segundo o delator, por Sérgio Neves, superintendente da Odebrecht em Minas Gerais, e Oswaldo Borges da Costa, apontado como tesoureiro informal do tucano. Odebrecht disse ter sido informado, após ser preso na Operação Lava Jato, que o aporte financeiro pedido por Aécio Neves não se concretizou e que só se recorda de doações oficiais para o tucano.
Ocorre que o valor de 15 milhões de reais citado por Odebrecht coincide com uma anotação a constar de uma planilha da empreiteira apreendida pela 26ª fase da Operação Lava Jato. Batizada de Xepa, a operação descobriu a existência do departamento de Operações Estruturadas da companhia, definido pelo Ministério Público Federal como "departamento de propina".
Este valor de 15 milhões de reais estava anotado ao lado de "Mineirinho", alcunha que se referia a Aécio Neves , segundo contou Claudio Melo Filho, ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht e delator da Lava Jato. O valor teria sido pago entre 7 de outubro e 23 de dezembro de 2014. Os detalhes da operação devem constar na colaborações premiadas de executivos da empreiteira homologadas pelo STF no início do ano.
O PSDB afirmou que as doações feitas pela Odebrecht foram declaradas à Justiça Eleitoral e que Odebrecht em nenhum momento "disse ter feito qualquer contribuição de caixa dois à campanha eleitoral do partido em 2014". Ainda segundo o PSDB, Oswaldo Borges nunca foi tesoureiro informal de nenhuma campanha do partido.
Fonte:Carta Capital

publicado por aecioneves | Quinta-feira, 02 Fevereiro , 2017, 20:36

Ex-executivo da empreiteira apontou esquema de corrupção na sede do governo estadual

 

O ex-governador de Minas Gerais e atualmente senador da República Aécio Neves (PSDB) teria participado de um esquema de fraude na licitação para a construção da Cidade Administrativa — sede do governo estadual. O favorecimento de algumas empreiteiras na disputa teria rendido propina ao tucano.

Publicada pelo jornal Folha de S.Paulo desta quinta-feira (2), a informação foi dada pelo ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior em sua delação premiada à Operação Lava Jato.

Júnior afirmou que se reuniu pessoalmente com Aécio Neves, quando tratou do esquema de corrupção. Na ocasião, o tucano teria orientado as construtoras a localizarem e negociarem diretamente com Oswaldo Borges da Costa Filho, conhecido como Oswaldinho.

Aécio repudiou acusação e pediu a queda do sigilo sobre as delações para que "todo conteúdo seja de conhecimento público" Jefferson Rudy/14.12.2016/Agência Senado

Com ele, foi definido o percentual de propina que seria repassado pelas empresas no esquema. De acordo com o delator da Odebrecht, os valores ficavam entre 2,5% e 3% sobre o total dos contratos.

Em nota, Aécio Neves repudiou o relato do delator da Odebrecht e defendeu o fim do sigilo sobre as delações a fim de que "todo conteúdo seja de conhecimento público".

O delator da Odebrecht informou que o próprio Aécio Neves decidiu quais empresas partipariam da disputa para fazer a obra do governo mineiro.

Projetada pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), a Cidade Administrativa foi inaugurada em 2010 e custou R$ 2,1 bilhões em valores da época.

 

A Odebrecht encabeçou o consórcio que construiu a Cidade Administrativa. A empreiteira foi responsável por 60% do projeto, dividido também com a OAS, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão — todas implicadas na Lava Jato. A Odebrecht construiu um dos três prédios da sede do governo mineiro, o chamado Edifício Gerais.

Oswaldinho, o suposto emissor de Aécio na negociação para a obra, é conhecido por colaborar com as campanhas eleitorais do tucano. Também já foi presidente da Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais). Foi com ele que as empreiteiras acertaram a forma dos pagamentos, informou Benedicto Júnior.

Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, projetada por Niemeyer, sede oficial do governo mineiro desde 2010, em Belo Horizonte. Licitação da obra está sob suspeita na Lava Jato Rubens Chaves/27.06.2011/Folhapress

O depoimento do ex-diretor da Odebrecht Sérgio Neves confirmou e complementou o que Benedicto Júnior falou para os procuradores da Lava Jato. Segundo as investigações, Neves seria o responsável por organizar os repasses a Oswaldinho. Neves é o principal delator da força-tarefa da Lava Jato para detalhar os pagamentos a Aécio.

Sérgio Neves e Benedicto Júnior são dois dos 77 funcionários e ex-funcionários da Odebrecht que fecharam acordo de delação premiada. Na segunda-feira (30), a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, validou as informações dadas pelos executivos e funcionários da empreiteira e remeteu à PGR (Procuradoria-Geral da República), responsável por conduzir a investigação. O conteúdo, porém, foi mantido sob sigilo.

Aécio Neves defendeu, em nota, que o conteúdo das delações premiadas seja publicado na íntegra pelo Supremo para que "as pessoas mencionadas possam se defender, uma vez que é impossível responder a especulações, interpretações ou informações intencionalmente vazadas por fontes não identificadas".

O tucano chama a colaboração premiada de Benedicto Júnior de "suposta delação" e classificou "as afirmações são falsas e absurdas".

Sobre a obra da sede do governo mineiro, Aécio disse que "o edital de construção da Cidade Administrativa foi previamente apresentado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado e as obras auditadas durante sua execução por empresa independente contratada via licitação pública, não tendo sida apontada qualquer irregularidade durante todo o processo".


publicado por aecioneves | Quarta-feira, 01 Fevereiro , 2017, 13:10
PGR pedirá inquérito contra Aécio Neves,o Mineirinho da Odebrecht

Principal articulador do golpe que arruinou a economia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG),o Mineirinho da  Odebrecht,será alvo de um novo pedido de inquérito da procuradoria-geral da República; o motivo, desta vez, é o superfaturamento na construção da Cidade Administrativa de Minas Gerais, que foi orçada em R$ 500 milhões e saiu por R$ 2,1 bilhões; na gravação em que defendeu o golpe para estancar a sangria da Lava Jato, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) ouviu de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, que Aécio Neves seria o primeiro a ser comido; em nota, o PSDB mineiro disse se tratar de assunto requentado; de acordo com a Lava Jato, Aécio teria recebido propinas da Odebrecht, da Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez

247Principal articulador do golpe que arruinou a economia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) ,que fica bem à vontade em eventos com "Juiz" da Lava-Jato Sergio Moro, será alvo de um novo pedido de inquérito da procuradoria-geral da República.
O motivo, desta vez, é o superfaturamento na construção da Cidade Administrativa de Minas Gerais, que foi orçada em R$ 500 milhões e saiu por R$ 2,1 bilhões.
As informações da nova investigação contra Aécio foram antecipadas pelo jornalista Severino Motta, do Buzzfeed, o mesmo que antecipou a primeira delação da Odebrecht.
Eis um trecho de sua reportagem: 
O BuzzFeed Brasil apurou junto a investigadores que trabalham na Lava Jato que o senador foi acusado de receber dinheiro das empreiteiras que fizeram as obras da Cidade Administrativa em Minas Gerais: entre elas a Odebrecht, OAS e Andrade Gutierrez. A delação da Odebrecht, inclusive, fará com que a Andrade seja chamada para um ‘recall’ de sua delação, uma vez que não revelou os pagamentos destinados a Aécio, em sua colaboração.  Na delação da OAS, o empreiteiro Léo Pinheiro contou que realizou repasses a Oswaldo Borges da Costa Filho, o Oswaldinho, apontado como operador e tesoureiro informal das campanhas de Aécio entre 2002 e 2014. Pelo relato de Pinheiro, cujo acordo de delação foi suspenso no ano passado pelo STF, 3% era o montante da propina paga aos tucanos pela obra mineira.
Na gravação em que defendeu o golpe para estancar a sangria da Lava Jato, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) ouviu de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, que Aécio seria o primeiro a ser comido.
Em nota, o PSDB mineiro disse se tratar de assunto requentado. Confira abaixo:

 "Trata-se de assunto requentado. O PSDB-MG desconhece a suposta decisão da PGR e rechaça as também supostas acusações em relação ao senador Aécio Neves. O PSDB-MG contesta insinuação de irregularidade em relação à Cidade Administrativa e informa que o edital da licitação foi previamente apresentado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas, e todos os procedimentos foram acompanhados e auditados por empresa externa ao estado contratada via licitação.
Informamos ainda que o senhor Oswaldo da Costa nunca teve atuação informal nas campanhas do PSDB com as quais colaborou, tendo sempre atuação formal e conhecida na arrecadação de recursos nas campanhas do PSDB."

publicado por aecioneves | Sexta-feira, 27 Janeiro , 2017, 20:31

Em caso de censura outra cópia


Aécio Neves: O vídeo que está chocando a internet. por psdbcensuradopeloyoutube Outra aqui
Aécio Neves: O vídeo que está chocando a internet. from forapsdb on Vimeo.

 

Essa por garantia


 O video completo


Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB from forapsdb on Vimeo.


publicado por aecioneves | Quarta-feira, 28 Dezembro , 2016, 22:54

#Desatucanou?  PF tirou Aécio Neves da praia para depor;

“Qualé, mermão”

Pior que condução coercitiva: a PF tirou Aécio da praia para depor

Não fosse uma nota numa coluna da revista Época, você jamais ficaria sabendo que Aécio Neves foi depor na Polícia Federal.
Menos de uma semana depois do Juiz Sergio Moro ter tirado férias para os EUA, o seu companheiro de festas senador Aecio Neves foi ouvido no inquérito que apura se ele fraudou dados da CPI dos Correios, de 2005.

 

Se houve vazamento para a imprensa, ninguém deu prosseguimento. Mais provavelmente, nada foi vazado.
Também não teve cobertura ao vivo na GloboNews, helicóptero, agentes com fuzis e muito menos condução coercitiva. Tudo nas mais perfeitas calma e civilidade.
Sob essa cortina de silêncio, escapou a razão do depoimento. Em sua delação premiada homologada no STF, Delcídio do Amaral contou que o mineiro maquiou informações obtidas no Banco Rural pela Comissão Parlamentar de Inquérito que ele presidiu.
Suspeita-se da ocultação da relação entre o Banco Rural e o mensalão mineiro.
Delcídio também implicou Eduardo Paes, na época deputado federal pelo PSDB, e Clésio de Andrade.
“Que os dados atingiriam em cheio a pessoas de Aécio Neves e Clésio Andrade, governador e vice-governador de Minas Gerais”, lê-se na delação.
Sobra ainda para Carlos Sampaio, o pitbull de Aécio ao longo de 2015 e meados de 2016. Sampaio saberia da tentativa de maquiagem.
Em outubro, Gilmar Mendes atendeu ao pedido de Janot e autorizou a PF a analisar vídeos do transporte de documentos da CPI dos Correios.
No dia em que o inquérito sobre Aécio foi aberto, 3 de maio, servidores transportaram caixas de uma sala para a Coordenação de Arquivo do Senado a pedido do gabinete do tucano.
Aécio alegou que estava colhendo elementos para apresentar a sua defesa. Você acredita se quiser.
O maior desrespeito dos agentes que quiseram ouvi-lo na terça foi tirar Aécio Neves da praia com um sol desses. Isso não se faz.
Fonte DCM

Salvar


publicado por aecioneves | Domingo, 11 Dezembro , 2016, 18:39

Aecio Neves PSDB MG o Mineirinho
Principal responsável pela quebra da economia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que lançou o Brasil no abismo ao não aceitar sua derrota eleitoral em 2014, irrompe com tudo nas delações da Odebrecht; ele é o Mineirinho, que recebeu nada menos que R$ 15 milhões do departamento de propinas da empreiteira; nesta semana, Aécio apareceu sorridente numa foto ao lado do juiz Sergio Moro, que reconheceu, ao ser alvo de protestos na Alemanha, que a imagem foi infeliz; Moro afirmou que não havia nada sobre Aécio na sua jurisdição; agora tem, pois, ainda que Aécio tenha foro privilegiado, isso não vale para seus tesoureiros

Minas 247 Principal responsável pela quebra da economia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que lançou o Brasil no abismo ao não aceitar sua derrota eleitoral em 2014, irrompe com tudo nas delações da Odebrecht.
Ele é o Mineirinho, que recebeu nada menos que R$ 15 milhões do departamento de propinas da empreiteira. "No pedido de busca e apreensão da Polícia Federal da 26.ª fase da Lava Jato, a Xepa, Mineirinho é apontado como destinatário de R$ 15 milhões entre 7 de outubro e 23 de dezembro de 2014. As entregas, registradas nas planilhas da secretária Maria Lúcia Tavares, do Setor de Operações Estruturadas – conhecido como o “departamento de propina” da Odebrecht – teriam sido feitas em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais", diz reportagem do Estado de S. Paulo.
Nesta semana, Aécio apareceu sorridente numa foto ao lado do juiz Sergio Moro, que reconheceu, ao ser alvo de protestos na Alemanha, que a imagem foi infeliz.
Moro afirmou que não havia nada sobre Aécio na sua jurisdição, mas agora tem, pois, ainda que Aécio tenha foro privilegiado, isso não vale para seus tesoureiros.
Além dos R$ 15 milhões que recebeu, Aécio também intermediou o pagamento de uma propina de R$ 1 milhão para o senador Agripino Maia (DEM-RN), presidente do DEM, que também foi um dos líderes do golpe contra a democracia brasileira (saiba mais aqui).
A assessoria de imprensa do PSDB mineiro afirmou que R$ 15 milhões foi o total doado pela Odebrecht à campanha do PSDB em 2014, que o valor foi registrado no TSE e que Aécio “desconhece supostas citações em planilhas da empresa”.


publicado por aecioneves | Sábado, 10 Dezembro , 2016, 15:28
Aécio Neves pediu para Marcelo Odebrecht dar R$ 1.000.000,00 a Agripino Maia, Sergio Moro vai investigar?



Da delação de Claudio Melo Filho, da Odebrecht:

Tenho relação profissional há cerca de 05 anos com o Senador José Agripino, que sempre se referiu a companhia com muita cordialidade, fazendo questão de mencionar a sua relação pessoal com Emílio Odebrecht.
Em uma ou duas oportunidades, durante o ano de 2014, estive reunido com o Senador para tratar sobre a política na Bahia, especialmente em razão da minha amizade com Geddel Vieira Lima e da relação conflituosa que se estabeleceu em decorrência da retomada da candidatura de Paulo Souto, do partido do Senador José Agripino, ao Governo da Bahia.
Além disso, quando a mídia ventilou que, em eventual vitória de Aécio Neves na campanha presidencial de 2014, o Senador José Agripino poderia ser postulante ao cargo de Ministro de Minas e Energia, estive com o parlamentar. O material foi um estudo sobre a problemática da crise energética no Brasil e eu levei este material ao Senador, pedindo a ele que olhasse com carinho, especialmente no que diz respeito aos impactos da energia sobre o Nordeste.
Por ocasião ainda da campanha de 2014, a pedido de Marcelo Odebrecht, comuniquei ao Senador que a companhia iria fazer um pagamento a ele no valor de R$ 1.000.000,00. Destaco que o Senador José Agripino não era candidato a cargo eletivo nas eleições de 2014. Segundo me foi dito por Marcelo Odebrecht, esse valor teria sido solicitado a ele pelo Senador Aécio Neves como uma forma de apoio ao DEM, que era presidido à época pelo Senador José Agripino.
(…)
Fonte DCM


publicado por aecioneves | Quarta-feira, 07 Dezembro , 2016, 12:01
Juiz Sergio Moro(PSDB/PR) Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP e o golpista michel Temer (PMDB/SP)

acima o Juiz Sergio Moro(PR) com clima de descontração com quem ele deveria investigar, dando risadinhas com Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP) e o golpista Michel Temer (PMDB/SP)

Por isso que quando Temer, Aecio ou outros tucanos são citados Sergio Moro Para a audiencia e interrompe a testemunha

DA FOLHA

Com Temer, tucanos e famosos, Sergio Moro recebe prêmio e defende Judiciário

Diante uma plateia de políticos tucanos e do golpista Michel Temer, o juiz Sergio Moro recebeu o prêmio "Brasileiro do Ano na Justiça" na noite desta terça (6) e homenageou colegas magistrados.

Na cerimônia, promovida pela revista "IstoÉ", no Citibank Hall, na zona sul de São Paulo, Sergio Moro(PSDB/PR) permaneceu no palco em um assento ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG), com quem cochichou ao longo da cerimônia. Os três ministros do PSDB participaram do evento, no qual houve entrega de premiações à atriz Grazi Massafera e à cantora Ludmilla.

Moro foi o mais aplaudido e foi lembrado em discursos dos homenageados, como o prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB/SP).

Temer, que fez um breve discurso, não mencionou o juiz. Em discurso de apenas três minutos, Moro cumprimentou o presidente e disse que o ano foi muito cansativo.

Disse dedicar o prêmio a magistrados "de todas as instâncias", especialmente os do Supremo Tribunal Federal.

"[A Justiça] tem assumido um papel cada vez mais importante na vida brasileira."

Moro se opõe ao projeto de abuso de autoridade, em tramitação no Congresso, que prevê punições a juízes e a integrantes do Ministério Público e é muito criticado por procuradores da Lava Jato


publicado por aecioneves | Sexta-feira, 25 Novembro , 2016, 23:45

Mesmo sendo um dos políticos mais citados por delatores da Lava Jato, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) se sentiu à vontade para falar sobre a operação, numa entrevista ao jornalista Pedro Venceslau, do jornal paulistano O Estado de S.Paulo, em que defendeu a anistia ao caixa dois pretérito, se disse inocente das acusações que sofre e sugeriu, nas entrelinhas, a prisão do ex-presidente Lula.

 

 

José Cruz/Agência Brasil
Aécio Neves Aécio Neves

"Em relação especificamente ao caixa 2, eu defendo a criminalização. O equívoco lá atrás foi tentarem aprovar algo sem uma discussão mais ampla. Os casos passados vão acabar sendo diluídos pelos tribunais", disse ele.

Como criminalizar para frente significa anistiar o passado, Aécio foi questionado pelo jornalista e saiu pela tangente. "Isso não chegou ainda na Câmara. Só quando conhecermos o texto é que veremos se houve excessos."

Sobre o fato de ter sido delatado pelo ex-senador Delcídio Amaral, Aécio questionou o teor das acusações. "As citações feitas pelo senador Delcídio estão sendo investigadas e, estou certo, serão arquivadas por serem absurdas e sem o mínimo indício que possa comprová-las", disse o presidente nacional do PSDB.

Ele também negou que o empresário Oswaldo Borges, seu tesoureiro informal, acusado por empresários, como Léo Pinheiro, da OAS, de cobrar propina de 3% nas obras da Cidade Administrativa de Belo Horizonte, tenha cometido ilícitos.

"O sr. Oswaldo Borges é um conhecido empresário mineiro que atuou formalmente na captação de recursos de várias campanhas do PSDB, inclusive na última campanha presidencial, o que é de conhecimento público e, como afirmou o próprio ex-presidente da Andrade, a relação se deu de forma absolutamente legal e sem qualquer contrapartida, como ele próprio disse", afirmou Aécio, sem comentar as acusações da OAS.

Sobre prisões de políticos, ele fez um reparo ao que ocorreu com seu amigo Sergio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, que o apoiou em 2014, mas sugeriu nas entrelinhas a prisão do ex-presidente Lula.

"Não conheço o caso. Mas temos de ter cuidado para que a prisão não seja a primeira etapa de um processo", afirmou, ao se referir a Cabral.

Sobre Lula, o posicionamento foi distinto. "Não torço pela prisão do Lula, mas para que a Justiça seja feita. A prisão dele não me traria alegria, mas eu não preocuparia com as consequências."

Aécio também defendeu a volta do financiamento privado de campanhas, raiz de todos os escândalos de corrupção recentes, e disse que, do jeito que está, não dá pra continuar.

Sobre o processo no TSE, aberto pelo PSDB, para pedir a cassação da chapa Dilma-Temer, ele deu a entender que defende a separação dos casos, para que Temer continue no poder até 2018. "Eu, pessoalmente, penso que a responsabilidade do presidente Temer não é a mesma da Dilma", disse.

Relembre, abaixo, o que alguns delatores disseram sobre Aécio.

Na primeira, o doleiro Alberto Youssef aponta Aécio como o mentor intelectual de um mensalão em Furnas, que distribuía mesadas de US$ 100 mil a parlamentares – entre eles, o finado José Janene, que foi sócio de Youssef.


MOMENTO DA DELAÇÃO DO YOUSSEF QUE ENTREGA... por psdbcensuradopeloyoutube

Na segunda delação, o lobista Fernando Moura afirma que um terço da propina em Furnas era destinada ao líder da oposição:


MPF e Sergio Moro ignoram denuncias contra... por psdbcensuradopeloyoutube

Na terceira, o entregador de propinas "Ceará" diz que Aécio era "o mais chato" cobrador das entregas de recursos da empreiteira UTC:


Fonte: Brasil 247

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